Tecnologia organiza documentos de fornecedores em menos de 24 horas e otimiza organização trabalhista

07/03/2022

Primeiros-passos

Quando falamos de organização de terceiros, vem em mente as principais normas que entram em vigência no Brasil para assegurar tanto a empresa quanto seus colaboradores e suas formas de trabalho. Os principais objetivos dessas normas é estabelecer uma compatibilidade para facilitar o dia a dia das empresas.

Há poucos meses as normas regulamentadoras 01, 07, 09 e 18, que até então possuíam inícios vigências diferentes, e tendo em vista que existe uma correlação dentro das ações a serem executadas pelas organizações, tiveram um adiamento que proporcionou um período maior para que as empresas se organizassem. Foi importante para uma simetria em suas redações para evitar conflitos entre os dispositivos legais como já aconteceu em revisões anteriores.

Desde 2020 vem se aprimorando a criação do GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) que deverá constituir um novo documento: o PGR (Programa de Gerenciamento de Risco). Levando em consideração essa necessidade de adequação das empresas, a Clever Global, empresa de serviços tecnológicos, especializada no gerenciamento de fornecedores e terceiros, certifica que seus clientes estejam sempre atualizados e dando um suporte por meio da gestão e homologação de seus fornecedores. Com o uso da plataforma SerCAE, 100% criptografada que auxilia na gestão documental, é evidente que as empresas minimizam os riscos associados à subcontratação, assegurando também um cenário mais seguro para o terceirizado.

“Dentre as principais diferenças entre o PPRA e o PGR é o alcance, pois o PGR engloba todos os riscos e perigos ocupacionais existentes na organização, enquanto o PPRA considerava somente os riscos ambientas. Na Clever, avisamos as mudanças para os clientes e em menos de 24 horas fizemos todas as alterações necessárias para que a norma já estivesse normalizada. Visto que a vigência foi dada em janeiro deste ano”, explica Hamilton Monteiro, especialista de Gestão de Terceiros da Clever Global.

Atualmente a Clever Global atua gerenciando mais de 180 projetos com foco em energia, indústria, mineração e engenharia. Segundo Monteiro, este trabalho de digitalização de documentos e aumento de tecnologia de gestão de dados é extremamente importante para deixar as empresas com um suporte adequado. “Atuamos hoje em mais de 12 estados no Brasil e com a organização desses dados por meio de nossa plataforma, as organizações acabam tendo um prazo maior para revisar essas normas, pois tudo é prático, digitalização e com fácil acesso”, completa.

Saiba mais sobre o SerCAE, que integra de forma inteligente o controle de acesso, o controle de pagamento aos fornecedores e as auditorias com a Gestão Documental aqui.

Compartilhe:
Veja também em Conteúdo
JSL lança “Estrada de Prêmios” para fidelizar motoristas, reduzir turnover e ampliar eficiência operacional
JSL lança “Estrada de Prêmios” para fidelizar motoristas, reduzir turnover e ampliar eficiência operacional
ID Logistics Brasil inaugura centros de distribuição para a Amazon e amplia operação de fulfillment
ID Logistics Brasil inaugura centros de distribuição para a Amazon e amplia operação de fulfillment
Alta no tráfego rodovias paulistas reflete avanço de veículos leves e pesados, aponta Veloe/Fipe
Alta no tráfego rodovias paulistas reflete avanço de veículos leves e pesados, aponta Veloe/Fipe
Gestão climática ganha relevância no setor logístico diante de eventos extremos: destaque do primeiro ABOL Day do ano
Gestão climática ganha relevância no setor logístico diante de eventos extremos: destaque do primeiro ABOL Day do ano
Frete mínimo da ANTT: o que muda para embarcadores e transportadoras no TRC, segundo a Mundo Seguro
Frete mínimo da ANTT: o que muda para embarcadores e transportadoras no TRC, segundo a Mundo Seguro
A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

As mais lidas

Nada encontrado