Monitoramento em trilho dá mais eficiência à gestão logística em Centro de Distribuição

19/07/2017

Com o passar dos anos e com a evolução da tecnologia, surgem cada vez mais ferramentas focadas em resolver questões problemáticas para o varejo que antes não tinham solução. Um dos problemas mais comuns relacionados ao monitoramento realizado por câmeras de segurança (CFTV) é quando há um grande espaço a ser protegido, como um centro de distribuição, e acaba sendo necessário o uso de uma maior quantidade de câmeras para conseguir 100% de cobertura de toda a área. Por serem muitos equipamentos, isso pode afetar o trabalho dos operadores e, consequentemente, reduzir a eficácia do monitoramento, além de representar um custo maior de implantação e manutenção para o varejista ou o operador logístico.

A boa notícia é que a Gunnebo disponibiliza no Brasil a TUB Câmera, solução ideal de monitoramento para grandes espaços. Quando comparada aos sistemas convencionais, a novidade apresenta uma série de vantagens, como qualidade, precisão e segurança das imagens, além de otimizar os custos e facilitar o trabalho dos operadores. “Além de ser uma excelente ferramenta de monitoramento, ela é ótima para gestão de várias ações, como ruptura, quebra, risco de acidente, limpeza, assalto, incêndio e abastecimento de mercadoria”, elenca Luiz Fernando Sambugaro, diretor de Comunicação da Gunnebo.

Já utilizada no Brasil por grandes redes varejistas do setor de supermercados, a TUB Câmera é amplamente usada por operadores logísticos na Europa, como TNT, no Reino Unido, Logidis, na França, e Loxxess, na República Checa, em especial por oferecer cobertura total do estabelecimento, além de ultrassensível e rápida – com velocidade de 20 km/h, percorre 6 metros a cada segundo. “Com uma lente com zoom óptico de 28 vezes, ela proporciona uma imagem de alta qualidade mesmo a grandes distâncias. Por isso, com a TUB não existem zonas mortas. Além de correr em um trilho, que possibilita ‘seguir’ um suspeito em ação, a novidade permite observar o ambiente por completo, graças à sua flexibilidade de girar 360º de forma rápida”, diz Sambugaro. A solução também está presente na SNCF, na estação de trem Paris Gare de Lyon, e no aeroporto de Budapeste, na Hungria.

Administração de pessoas e auditoria nas operações – Com a TUB Câmera, argumenta o diretor da Gunnebo, é possível o operador logístico ou o gestor de um CD ter a administração do pessoal mais eficiente, auditoria sobre operação facilitada e um efeito inibidor muito importante para qualquer ação de delito. “A TUB é muito discreta. Com diâmetro reduzido e efeito espelhado, ela integra-se à arquitetura do ambiente, o que faz com que o colaborador ou um trabalhador terceirizado nem note a sua presença e, consequentemente, que não se sinta constrangido por estar sendo filmado”, revela Sambugaro.

A TUB Câmera foi desenvolvida para ser instalada em qualquer tamanho e estrutura, como viga metálica e concreto. “Não há nenhum impedimento quanto a altura e tamanho de área. Cada TUB tem o comprimento máximo de 120 metros e para um CD aconselhamos a versão HD/IP, já que aumenta consideravelmente a visão do operador, com um zoom de 30x de cada lado, fazendo 360° horizontalmente e 180° verticalmente”, diz Sambugaro.

Menor custo de manutenção – Quando comparada ao sistema de CFTV convencional, a TUB Câmera apresenta uma série de vantagens. “Ela é uma alternativa inovadora para sistemas de CFTV, pois tem uma série de vantagens para grandes varejistas e companhias de logística”, diz Sambugaro. Além da qualidade, precisão e segurança das imagens, segundo ele, a câmera otimiza os custos e facilita o trabalho dos operadores.

Com o CFTV tradicional, dependendo da área, de acordo com Sambugaro, o varejista ou o gestor de CD é obrigado a trabalhar com várias câmeras, tanto fixas como as Speed Dome. E para essas últimas há um limite de atuação. Em uma área de 4 mil metros quadrados, por exemplo, seria necessário o uso de até sete câmeras e consoles em que o operador deve trocar as imagens a toda hora. “Com a TUB Câmera, o operador tem o seu campo de visão reduzido em razão do menor número de câmeras a ser gerenciado, além de tê-lo mais motivado e sem perda de informação”, destaca o consultor.

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