Grupo Tracker participa do III Congresso Latino-Americano de Seguros de Transportes e Cascos

11/11/2015

Maior empresa de rastreamento e localização de veículos do Brasil, o Grupo Tracker vai apresentar o primeiro dispositivo inteligente de segurança para cargas que rastreia e monitora ao mesmo tempo, durante o III Congresso Latino-Americano de Seguros de Transportes e Cascos, que acontece entre os dias 16 e 19 de novembro, no Hotel Tivoli Mofarrej, em São Paulo.

O evento é promovido pelo Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) e vai abordar temas como Legislação e contratos de seguro, Cash in Transit, Cyber Risk, Seguro e controle de perdas nos transportes rodoviários e Cascos.

“O Brasil está entre os países recordistas de roubo e furto de veículos pesados e cargas no mundo. Para ajudar a combater este crime, que provoca bilhões em prejuízo todos os anos, o Grupo Tracker trabalha incessantemente oferecendo o que há de mais eficiente e moderno no segmento de monitoramento e rastreamento”, afirma o vice-presidente, Ronaldo Megda.

O dispositivo do Grupo, Tracker Log Carga, utiliza as tecnologias de radiofrequência – ideal para situações de roubo e furto – e LBS/GSM – que possibilita o cliente acompanhar em mapa a posição de sua carga. “Já é sabido que produtos baseados nas tecnologias GPS/GSM sofrem com a ação dos inibidores de sinais (jammers). Conosco não é diferente, porém, o nosso grande diferencial é a Radiofrequência, que mesmo com a ação dos jammers, ainda permite o rastreamento da carga a longa distância. O sistema conta com diversos recursos que agem de maneira inteligente dentro do dispositivo, nos permitindo chegar muito mais rápido às cargas roubadas. Lembrando que a radiofrequência é a única tecnologia capaz de localizar cargas em lugares fechados como galpões, baús de caminhões, edifícios comerciais e residenciais, captando sinais em longas distâncias”, explica Megda.

            Ao mesmo tempo, o Tracker Log Carga possibilita monitorar e gerenciar a carga por meio de relatórios, configurações de mapas, alertas por email ou SMS, cercas eletrônicas, grid para acompanhamento simultâneo dos dispositivos ativos, entre outros. O produto é comercializado nas opções retornável ou descartável (esta última com duração de 10 ou 20 dias). Ambas com cobertura em todo o território nacional.

 “O novo dispositivo atende as necessidades dos Transportadores, Embarcadores, Gerenciadoras de Risco e Seguradoras que buscam uma solução com eficácia de rastreamento em caso de roubo e furto aliado ao monitoramento e gerenciamento da carga”, enfatiza o vice-presidente da empresa.

O Grupo Tracker pertence ao Tracker VSR Group, que está presente em 19 países, entre eles Colômbia, Venezuela, América Central, Alemanha e Espanha. Atualmente é a maior empresa de rastreamento do país, oferecendo produtos para os mercados Segurador, Transporte e Logística, Construção Civil e Agrícola, além de veículos de passeio.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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