Fique por dentro – Edição 183

14/09/2017

Ativa Logística
A Ativa Logística acaba de contratar Silas Gabriel Franco, que atuará como novo gerente comercial de logística. Ele é formado em Administração de Empresas pela Universidade São Francisco e possui mais de 20 anos dedicados ao setor de saúde, com trajetória na indústria farmacêutica, distribuição e operadores logísticos. O novo executivo da Ativa já passou pela Andreani Logística, Transportes Sensíveis, EAD Aurora, Audifar Distribuidora Farmacêutica, Grupo Luft e Farmasa Indústria Farmacêutica.

MODERN Logistics
Anderson de Oliveira assumiu o cargo de diretor de operações da MODERN Logistics e passou a responder por todas as movimentações dos Centros de Distribuição, terminais de cargas aéreas e transporte da companhia. Com 22 anos de experiência em gestão de operações logísticas e forte vivência em Centros de Distribuição e operações de transporte para empresas de grande porte e multinacionais, Oliveira traz experiências em operações de saúde humana e animal, cosméticos, bens de consumo, tecnologia e químicos. Ele tem formação em Administração de Empresas e pós-graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

Confenar
A Confenar – Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição anuncia seu novo presidente – Carlos Eduardo Lang, conhecido como Karl. Ele é formado em Economia pela Unicamp e pós-graduado em Administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Tem 25 anos de experiência no setor de distribuição de produtos e representa a terceira geração da sua família a atuar nessa área. Foi sócio do pai na Litorânea, revenda da Baixada Santista. Desde 2008, comanda com seus sócios a Ribeira Beer, uma das mais importantes revendas do Vale do Ribeira, SP, que atende onze cidades da região. Ao longo dos últimos quatro anos Lang foi vice-presidente da Confenar na gestão de Victor Simas.

Gafor e ABOL
A Associação Brasileira de Operadores Logísticos – ABOL acaba de anunciar o ingresso de mais uma empresa ao quadro de associadas da entidade. Trata-se da Gafor, empresa em atividade desde 1951 e que hoje conta com mais de 40 unidades no Brasil, além de estruturas operacionais na Argentina, no Chile, Uruguai e Paraguai. Desde a sua fundação, em 2012, até hoje, a ABOL cresceu 75%, saindo de 16 associados e chegando, no mês de agosto último, a 28.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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