Fique por Dentro – Ed. Digital 27

25/02/2019

Appa

Luiz Fernando Garcia da Silva é o novo diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina – Appa. Profissional com atuação intensa nas esferas da administração pública e no planejamento dos projetos portuários, Silva é graduado em Economia pela Universidade Federal do Paraná e tem especialização em gestão de empresas. Esta é a segunda passagem dele pela Appa, onde trabalhou de 2009 até 2015. Ele foi diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São (Codesp); assessor especial do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil; e secretário nacional de políticas portuárias no Governo Federal. Coordenou, ainda, o grupo de trabalho que estudou a solução para o problema da dragagem do Porto de Santos e integrou a equipe criada para desburocratização e simplificação da legislação portuária, que culminou com o Decreto 9.048/17.

Além de Silva, os Portos do Paraná contam com novos gestores nas áreas empresarial, financeira e de meio ambiente. Diretoria Administrativa-Financeira: Luiz Fernando Gaspari de Oliveira Lima, formado em administração de empresas, com habilitação em comércio exterior. Diretoria Empresarial: André Pioli, formado em jornalismo e especializado em ciências políticas e comunicação empresarial. Diretoria de Meio Ambiente: João Paulo Ribeiro Santana, arquiteto urbanista, pós-graduado em gestão pública, professor de planejamento urbano e desenvolvimento sustentável.

 

Porto do Rio Grande

Paulo Fernando Curi Estima foi nomeado novo diretor superintendente do Porto do Rio Grande. Ele foi coordenador da Feira do Polo Naval, participou ativamente da construção do APL Polo Naval e foi gestor da secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Prefeitura de Pelotas nos governos de Eduardo Leite e Paula Mascarenhas. Fernando convidou para assumir como diretor de Gestão, Administrativo, Financeiro, o coordenador geral do Comitê Zonal Sul do Programa de Qualidade e Produtividade, Cristiano Pinto Klinger. Como diretor de Infraestrutura e Operações foi convidado Eduardo Teixeira Neto que possui mais de 35 anos de experiência na área de engenharia. Para a diretoria de Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde foi convidado o coordenador da regional sul do ICMBio, Henrique Ilha. Como diretor de Portos Interiores seguirá o servidor de carreira da extinta SPH, Bruno Almeida.

 

Zebra  Technologies

A Zebra Technologies Corporation anuncia a nomeação de Alessandro Resende Matos como novo gerente-geral e vice-presidente de Vendas para a América Latina. Além de liderar a equipe de vendas, ele será responsável por acelerar a adoção de tecnologias que promovem a visibilidade em tempo real e localização de ativos pelas empresas da região. Matos possui formação em Marketing e Planejamento de Vendas e MBA pela Universidade Anhembi Morumbi e comandará a região a partir da sede da Zebra para América Latina, que fica em Miramar (Flórida), Estados Unidos.

 

CEVA Logistics

A CEVA Logistics nomeou Fabio Mendunekas como vice-presidente sênior de Contratos Logísticos de seu cluster América do Sul. Ele assume o cargo deixado por Milton Pimenta, que foi nomeado Managing Director para o cluster A&NZ, que compreende os países Austrália e Nova Zelândia. Mendunekas é economista, possui MBA em Administração pela FIA/USP, curso de liderança pela Universidade de Harvard e teve sua experiência profissional adquirida em empresas como Syncreon, DHL, NCR Corporation e Ryder.

 

FM Logistic

A FM Logistic anunciou Ronaldo Fernandes da Silva como novo diretor das operações brasileiras. O engenheiro industrial, que possui mais de 20 anos de experiência nos setores de logística e transporte internacional e doméstico, atuava até então na Geodis no Brasil e no Chile como diretor de Contratos Logísticos. Também acumula passagens por empresas como AGV Logística, Golden Cargo e DHL Supply Chain.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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