Fique por Dentro – Ed. 25 Digital

19/12/2018

Sompo Seguros
A Sompo Seguros, empresa do Grupo Sompo Holdings, acaba de contratar Paulo Cesar Parcesepe como novo superintendente de Infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI). O executivo, que conta com quase 40 anos de experiência na área de serviços de TI para o setor financeiro, é formado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP) e conta com dois MBAs, um deles em Conhecimento, Tecnologia e Inovação e o outro em Informática e Tecnologia Internet, ambos pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA/USP).

TOTVS
A diretoria focada nos segmentos de Varejo e Distribuição da TOTVS tem nova liderança: Elói Prado de Assis vem com a missão de definir estratégias que apoiem a transformação digital das empresas, com foco em inovação e tecnologias para gerar resultados. O novo diretor executivo passa a comandar uma equipe de mais de 800 pessoas, em nove localidades do país, que atua desde o desenvolvimento e manutenção dos sistemas especializados nestes setores até o suporte ao cliente. Assis é formado em Marketing, pela Universidade Mackenzie, e tem MBA em Gestão de TI pela Live University.

Ativa Logística
A Ativa Logística está reforçando sua equipe de gestores com o objetivo de fortalecer as operações especialmente na sua unidade logística em Itapevi, na Grande São Paulo. A companhia contratou, de uma só vez, seis novos profissionais. Marcelo de Azevedo Souza, gerente de Desenvolvimento e Projetos, Cristiane Grizoni, que assume como gerente de Atendimento ao Cliente, Ailton Baldi, novo gerente de Logística, e Dilmara Silva, gerente de Contas, estão na filial de Itapevi. A unidade de São Paulo, por sua vez, ganha o reforço de Luiz Carlos Tonon, que comandará a gerência de Planejamento e Controles Operacionais, e Rafael Ruiz, novo gerente de Contas.

SETCESP
Tayguara Helou foi reeleito presidente do SETCESP – Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região para o próximo triênio (2019-2021). A eleição aconteceu, em novembro último, na sede da entidade em São Paulo, em sua Central de Atendimento em Jundiaí e pela internet para associados nos planos sindical e assistencial. A chapa de Helou para o seu segundo mandato está assim constituída: Altamir Filadelfi Cabral, Antonio Luiz Leite, Antonio Tibúrcio de Santana Neto, Armando Masao Abe, Barbara Pereira Calderani, Celso Masson, Celso Rodrigues Salgueiro Filho, Hélio José Rosolen, José Maria Gomes, Luis Alexandre Duarte, Luis Felipe Machado, Marcelo Rodrigues, Marinaldo Barbosa dos Reis, Paulo Estevam Scremim, Roberto Mira, Roberto Mira Junior e Thiago Menegon.

CEVA Logistics
A CEVA Logistics anuncia a chegada de novos profissionais para a área de Business Development e Solutions Design, fortalecendo a atuação no setor de Consumer & Retail, reforçando assim a estratégia de crescimento em Contratos Logísticos neste setor. A área de Solution Design (Desenvolvimento de Projetos) passa a contar com dois novos profissionais, Anderson Neto e Celso Moraes, ambos para a posição de Solutions Design Manager, reportando-se diretamente à Fabio Maia, Solution Design Director – South America. Ainda na área de Business Development, o time comercial de Contratos Logísticos conta com a recém contratação de Marcello Hellmeister, que ocupará a posição de Business Development Manager, reportando-se diretamente para Douglas Piagentini, BD Director – South America.

Aliança e Hamburg Süd
O diretor de assuntos jurídicos da Aliança e da Hamburg Süd, Hugo Cruz Maestri, está na lista “GC Powerlist Brazil – 2018”, uma publicação internacional que analisa e elege os diretores/conselheiros jurídicos internos mais influentes e inovadores das grandes empresas em diversos países no mundo. No Brasil, foram escolhidos 100 profissionais em diversos ramos, sendo que Maestri recebeu destaque no segmento de Transporte e Infraestrutura. Esta é a segunda vez que a lista é divulgada no Brasil – a primeira foi há dois anos. O “GC Powerlist: Brazil” apresenta não apenas informações sobre o profissional avaliado, mas também comenta a forma como ajudou a moldar a inovação no setor jurídico aliado ao business de cada empresa.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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