Fique por Dentro – Ed. 196

28/01/2019

Grupo TPC

O TPC Logística Inteligente, um dos maiores grupos de logística do País, anuncia a nomeação de Eduardo Leonel como diretor corporativo comercial. Ele irá liderar as áreas de projetos, vendas e relacionamento, marketing e inteligência de mercado. Leonel é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com pós-graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

 

Confiance.Log

Formado em administração com ênfase em comércio exterior, Leonardo Feijos ocupava anteriormente o cargo de gerente Operacional e, a partir de agora, tem a missão de liderar a área Comercial e de Relacionamento da Confiance.Log. Eduardo Romero tem pós-graduação em administração estratégica e foi convidado a assumir o cargo de gerente Operacional.

 

Secretaria dos Portos

O engenheiro Diogo Piloni e Silva foi oficialmente nomeado como secretário Nacional de Portos. O executivo ocupa a vaga de Luiz Otávio de Oliveira Campos no órgão vinculado ao Ministério da Infraestrutura, responsável pela gestão dos complexos marítimos brasileiros. Piloni é especialista em Gestão Portuária e funcionário de carreira do Governo Federal. Antes de assumir a Secretaria Nacional de Portos, era diretor da Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República.

(Fonte: A Tribuna)

 

Volvo

Alcides Cavalcanti é o novo diretor comercial da Volvo, sucedendo Bernardo Fedalto, que deixou a empresa após 37 anos. O novo diretor comercial de caminhões da Volvo, que antes ocupava a função de gerente comercial de caminhões da empresa no Brasil, é formado em engenharia mecânica pela UFPR (Universidade Federal do Paraná). Tem especialização em gestão de negócios pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e MBA pelo IBMEC (atual INSPER). O executivo ficará baseado na sede da Volvo em Curitiba, PR, reportando-se diretamente ao presidente do Grupo Volvo América Latina, Wilson Lirmann.

 

Empresas Randon

Desde 1º de janeiro último o processo de recrutamento para vagas ofertadas pelas Empresas Randon está sendo feito em sua totalidade de forma digital. O novo sistema de recrutamento, que já vinha sendo adotado para alguns tipos de vagas, agora se estende também para aquelas ligadas diretamente à manufatura. Para participar do processo seletivo é necessário estar cadastrado no sistema através do endereço https://randon.gupy.io/. O novo modelo é válido para as vagas das empresas Randon Implementos, Randon Veículos, Suspensys, Suspensys We/Castertech, Fras-le, Master e JOST, além da Randon Consórcios, Banco Randon e vagas corporativas. Em breve, será estendido também às unidades da empresa sediadas em São Leopoldo, Chapecó e Araraquara. Quando o candidato se habilita à vaga, ele preenche um cadastro sobre preferências de trabalho. A inteligência artificial atua no sentido de comparar a base de dados de informações dos candidatos com a base de dados criada a partir do perfil dos funcionários das Empresas Randon e com o que se espera para a vaga.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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