Fique por Dentro – Ed. 195

26/11/2018

SETCERGS

Transcorreu no dia 6 de novembro último, na sede do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul – SETCERGS, em Porto Alegre, RS, a eleição dos membros da Diretoria, do Conselho Fiscal e dos representantes junto à Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado do RS – FETRANSUL. A posse dos eleitos ocorrerá, oficialmente, no dia 1º de janeiro de 2019, ao término do mandato da diretoria anterior, independente da posse festiva, cuja solenidade poderá acontecer em data diversa.

A nova diretoria do SETCERGS para a gestão 2019/2020 está constituída conforme abaixo:

 

Presidente: João Jorge Couto da Silva – Transvitória Cargas Eireli

Vice-Presidente de Transportes: Mauro Dalla Valle – Dalla Valle Transportes Ltda.

Vice-Presidente de Logística: Alberto Eugênio Kieling – Kieling Multimodais de      Transportes Ltda.

Vice-Presidente de Transporte Internacional: Sérgio Mário Gabardo – Transportes    Gabardo Ltda.

Vice-Presidente Institucional: Ricardo Foernges Hoerde – Diálogo Logística Inteligente

Vice-Presidente de Responsabilidade Social: Manoel Rene Cardoso de Mesquita –

Modular Transportes Ltda.

Vice-Presidente de Patrimônio: Renato Kopacek – Transportes Rodovia Sul Ltda.

Diretor de Gestão: Thais Bandeira Cardoso – Kodex Logistica Ltda. – Me

Diretor Financeiro: Antonio Carlos Bebber – Transportes Bebber Ltda.

Diretoria Efetiva: Marcus Vinicius Couto da Silva – Vitória Provedora Logística Ltda.

Diretoria Efetiva: Tais Lorenz Grassi – Unidão Transportes e Logística Ltda.

Diretoria Efetiva: Lucas Antonio Scapini – Scapini Transporte e Logística Ltda.

Diretoria Efetiva: Guilherme Bortoncello – Transportadora Plimor Ltda.

Diretoria Efetiva: José Antônio Cincos Jr. – Japks Logística e Transportes Ltda.

Diretoria Efetiva: Jair Siqueira Meireles – Expresso Meireles Transporte Ltda.

Diretoria Efetiva: Vinicius Reiter Pilz – Reiter Transportes e Logística Ltda.

Diretoria Efetiva: Rice Davisson Fagundes – Modulog – Logística Ltda.

Diretoria Efetiva: Diego Tomasi – LKM Logística Ltda.

Diretoria Efetiva: Gustavo Afonso Bernardini – Transportes Edini Ltda.

Conselho Fiscal: Marco Antonio Ferrazzo – Rodofama – Transportes Rodoviários Ltda.

Conselho Fiscal: Frank Edward C. Woodhead – CTIL Logística Ltda.

Conselho Fiscal: Roberto Machado da Silva – ATK Rental Service Transp. Log. e Com. Ltda.

 

 

UPS

A UPS anunciou a nomeação de George Brooks como presidente da Região das Américas. Ele será responsável por todas as operações de remessas e cargas da UPS no Canadá e em mais de 50 países e territórios, além das operações de Soluções em Cadeia de Suprimentos da UPS na América Latina, em Miami e no Caribe. Brooks formou-se bacharel em 1984 pela Universidade Estadual do Oeste da Geórgia e é mestre em Administração com ênfase em Gestão Global pela Universidade de Phoenix. Também é formado pelo Programa Executivo Sênior da Faculdade de Administração da Universidade de Columbia e pelo Instituto de Liderança Executiva da Faculdade de Gestão da Universidade Yale.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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