Fique por Dentro – Ed. 189

18/05/2018

Raster GR
A Raster Gerenciamento de Risco completa 15 anos de mercado e amplia seu time. A empresa, com sede em Concórdia, SC, e atuação nacional, trouxe os executivos Eduardo Oliveira para ser o novo diretor de Key Accounts e Marketing e Rodrigo Cagliari para Head de Produto. Oliveira tem formação em Ciências da Computação (UFSC), mais de 20 anos de experiência neste mercado e estava na Opentech, enquanto Cagliari vem de 15 anos de experiência na Apisul. Com esta nova modelagem, a diretoria da Raster GR, manterá Odivan Faccin, como diretor Comercial; e Andrei Téo, como diretor Operacional.

Sompo Seguros
A Sompo Seguros conta com um novo gerente em sua filial de Belém, PA. O executivo Jaime Gil de Souza Neto assume o comando da unidade após a transferência de Marcos Vinicius Sousa da Silva, que assumiu a gerência da filial Salvador, BA. Formado em Análise de Sistemas pela Universidade da Amazônia, com pós-graduação em Gestão Empreendedora e MBA em Gestão Empresarial pela Widen Educacional (antiga DeVry Educacional do Brasil), Souza Neto iniciou na Sompo Seguros no cargo de executivo de contas em 2013.

Ativa Logística
A Ativa Logística contratou Claudinei Castilho como gerente de Operações e Logística. Ele atuará na gestão da unidade de São Paulo e tem mais de 30 anos de carreira, já tendo passado pela General Motors do Brasil, pelo Grupo Momentum, pela Buick Logística, Brasilmaxi Logística e DVA Express. É formado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário de Santo André (UNIA), com pós-graduação em Administração Gestão de Operações e Logística na Universidade Municipal de São Caetano do Sul.

Jamef
A Jamef Encomendas Urgentes apresenta seu novo diretor de Gente&Gestão, responsável por toda a área de recursos humanos da empresa. Fernando Borges é graduado em administração, com pós em gestão empresarial pela FGV – Fundação Getúlio Vargas. Construiu sua carreira em empresas como Cervejaria Kaiser, Lojas Leader e Consultoria em Gestão.

TA
Dorival Polimeno Sobrinho é o novo diretor de Marketing e Comercial da TA – Transportadora Americana, e terá como principal desafio a implantação do Planejamento Estratégico Comercial, unificando as áreas de negócios da empresa: transporte rodoviário, expresso e logística. Graduado em Comunicação e Marketing pela UNICID (Universidade Cidade de São Paulo-SP), com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Polimeno Sobrinho possui especialização em Empreendedorismo pelo Babson College (Boston-USA) e certificado pela ICF (International Coach Federation) em Coach Executivo Organizacional. Ao longo de sua carreira, foi diretor de Marketing e Comercial da Editora Scipione e RTE Rodonaves e presidente do Comitê de Marketing da Amcham (Câmara Americana de Comércio de Ribeirão Preto-SP) entre 2011 e 2012.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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