Fique Por Dentro – Ed. 188

13/04/2018

Fiorde
A Fiorde Logística Internacional abriu filial na cidade de Itajaí, SC, para atender a clientes das áreas industrial, farmacêutica e de bebidas naquele porto. A empresa pretende aumentar a sua participação naquele mercado, ampliando seu atendimento para clientes de outros segmentos. “Inclusive, já estudamos a viabilidade de operar com a Barter Comércio Internacional, empresa trading do Grupo Fiorde”, afirma Milton Lourenço, diretor-presidente da Fiorde Logística Internacional.

JadLog
A JadLog anuncia a chegada de Bruno Tortorello como novo CEO da empresa. Ele sucede José Afonso Davo, um dos fundadores da JadLog, que deixa as funções executivas e passa a atuar como conselheiro da empresa. Graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP, com especialização em Administração pela FGV e MBA em Gestão Internacional pela FIA, Tortorello foi presidente da Total Express e, anteriormente, liderou áreas comerciais e operacionais do braço logístico do Grupo Abril.

Total Express
O presidente do Grupo Abril, Arnaldo Figueiredo Tibyriçá, anunciou Ariel Herszenhorn como novo diretor da Total Express. Na nova função, Ariel se reportará a Tibyriçá e terá sob seu comando a estrutura da empresa. O novo diretor é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e pós-graduado pela FIA – aluno do PDGA (Programa de Desenvolvimento para Gestores Abril). Atualmente, cursa MBA em Business Innovation – Change Makers na FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista).

JCB do Brasil
A JCB do Brasil anuncia a contratação de Ricardo Bittencourt como gerente de logística e Supply Chain. Entre os seus principais desafios está o gerenciamento de todo o sistema de abastecimento da unidade brasileira da marca que hoje, além do território nacional, é responsável pelo atendimento do mercado latino-americano (exceto México). Formado em Engenharia de Produção Mecânica pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) e mestre em Administração pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP), Bittencourt possui ampla experiência em Supply Chain.

Abeph
O presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo – Codesp, José Alex Oliva, assumiu a presidência da Associação Brasileira de Entidades Portuárias e Hidroviárias – Abeph, formada por autoridades portuárias federais e estaduais. Ele sucede o ex-presidente da Companhia Docas de São Sebastião, Casemiro Tércio Carvalho, na direção da Associação. Tércio Carvalho vai continuar no grupo, como colaborador voluntário. Além de Oliva, foram também eleitos como vice-presidente Ted Lago, presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária – Emap, responsável pelo do Porto do Itaqui; e para a Diretoria Administrativo-Financeira, a diretora de Planejamento e Desenvolvimento da Codesa – Companhia Docas do Espírito Santo, Mayara Monteiro Pereira Chaves.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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