Desenvolvedora de software para a gestão de terminal de contêineres vazios expande atividade em Manaus, AM

04/02/2022

eProfessionalTI

A eProfessionalTI, desenvolvedora de software para a gestão de terminal de contêineres vazios, celebrou mais um acordo. Agora, com a Super Terminal contêineres. A empresa, sediada em Manaus, AM, decidiu apostar na inovação e a partir de agora é usuária do sistema SISTER.

A ideia é ter uma maior performance para lidar com mais volume de entradas e saídas de contêineres vazios, de forma mais rápida e com isso maximizar a produtividade com uma operação de baixo custo e alta eficiência.

De acordo com Luiz Carlos dos Santos, diretor de desenvolvimento de projetos, à medida que a eProfessionalTI expande sua base de clientes na região de Manaus com este acordo, é uma oportunidade de otimizar os sistemas de operação de terminais em todas as regiões do País. “Estamos falando de uma região que serve como porta de entrada para o mundo”, destaca.

Para as operações do terminal com eficiência, os serviços de gate, vistoria e reparos, que são totalmente cobertos em operações do terminal, são oferecidos pelo sistema SISTER da eProfessionalTI. “Implementar a solução significa ofertar um maior suporte para gerenciamento de dados produzidos, inclusive em tempo real. Essas informações podem ser coletadas por meio de aplicações moveis, processadas e fornecidas em plataformas web. Outro ponto que merece destaque é em relação à automação das vistorias, oficina de reparo de estrutura, serviços de PTI (containers reefers) através de aplicativos móveis com indicadores de produtividade para tomada de decisão”, destaca Santos.

O Super Terminais se estabeleceu com um grande diferencial: é o terminal privativo mais eficiente no Polo Industrial de Manaus. Estrategicamente bem posicionada, por conta do foco maior em cargas de importação, a companhia, que integra um grupo com mais de 30 anos de experiência no mercado de transporte e logística, conta com um organizado fluxo de processos e vê nos funcionários seu maior patrimônio. É um time de pessoas unidas e prontas para superar desafios.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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