Jamef inaugura nova filial em Natal (RN)

06/12/2023

A Jamef começou a operar nesta segunda-feira, 04, a sua nova filial de Natal (RN). Localizada no Complexo Polo 675, na BR 304, nº 675, Distrito Industrial do Parque de Exposições, em Parnamirim, a unidade está entre as principais rodovias do Estado e a 20 quilômetros da capital.

São 2,7 mil metros quadrados de área construída no total, sendo mais de 2 mil deles dedicados ao armazém, possibilitando maior agilidade e eficiência operacional durante os controles de chegada, processamento dos volumes e saída para as entregas. O charme do novo endereço fica por conta dos coqueiros que adornam a frente do edifício e têm tudo a ver com a paisagem potiguar.

A Jamef atua na região há 12 anos. A nova unidade faz parte do projeto de expansão e de crescimento da empresa, cujo objetivo é trazer mais benefícios a seus clientes, especialmente em relação a qualidade dos serviços prestados, rapidez e experiência de atendimento.

A cidade de Natal se destaca pelo clima, turismo e crescimento econômico. Sua indústria têxtil tem relevância pela variedade de fábricas localizadas na capital e no seu entorno. No segmento do varejo, o munícipio é sede da segunda maior rede de lojas de departamento do país, a Riachuelo, do Grupo Guararapes, além de abrigar um shopping center do mesmo grupo, o Midway Mall, considerado um dos maiores do Brasil.

 “A nova sede vem para fortalecer ainda mais o relacionamento com os nossos clientes na região Nordeste. Por meio de um atendimento padronizado, aumentaremos a credibilidade das parcerias e acompanharemos o crescimento dos nossos clientes, contribuindo com o apoio necessário. Estamos otimistas, pois a região apresenta indicadores econômicos importantes e um potencial significativo. Com a nossa nova casa aumentaremos a produtividade sem perder a qualidade, elevando os índices de desempenho na região, a fim de manter a satisfação dos nossos clientes”, diz Ronny Victor, gerente das filiais Jamef no Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. “A nova estrutura, aliada ao padrão de atendimento Jamef, permitirá um ganho importante nos prazos, um incremento à produtividade e maior prontidão na resolução de ocorrências”.

Há 60 anos no setor de transporte de encomendas, a Jamef baseia seu crescimento em bases sólidas e sustentáveis, com o objetivo de levar qualidade às regiões em que atua.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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