Savegnago Supermercados inaugura sua primeira loja em Campinas

24/04/2020

Na manhã desta quarta-feira, dia 22 de abril, a rede Savegnago de Supermercados inaugurou sua primeira loja em Campinas. Com comunicação visual diferenciada e layout moderno, a loja 44 – sendo a 46ª unidade em operação no estado de São Paulo – traz inovações que oferecem aos clientes uma melhor experiência de compra.

A venda de produtos diferenciados como os cafés e cápsulas da Starbucks; mais de 500 rótulos de vinhos e destilados; loja Swift no interior da unidade; linhas especiais para cuidados com a pele da L’Óreal e maquiagem da Vult; sucos frescos e legumes e frutas picadas; área de alimentos saudáveis, sem glúten, orgânicos e sem lactose; e Espaço Gourmet com lanches, salgados, sucos e comida japonesa são algumas das apostas da nova unidade.

Além disso, a loja 44 traz uma câmara fechada para maturação de carne a seco, conhecida como Dry Aged, que pretende agradar os apreciadores de carne de Campinas e região. Durante o processo – em que a carne fica em uma câmara fechada com temperatura, umidade e ventilação controladas por, no mínimo, 28 dias -, de forma natural, a peça alcança uma maciez especial, com sabor único e exclusivo.

“A chegada da rede a Campinas é muito significativa, já que se trata do terceiro maior município paulista, com mais de 1 milhão de habitantes. E a nossa intenção é nos consolidar e firmar a nossa marca na Região Metropolitana de Campinas por meio do tradicional padrão de qualidade da rede e da oferta de produtos e serviços exclusivos aos clientes”, afirma o presidente-executivo do Savegnago, Sebastião Edson Savegnago, o Chalim.

Doações

A inauguração da loja 44, em Campinas, foi realizada em meio a um cenário desafiador da pandemia do novo coronavírus. Preocupados com a população das 17 cidades em que atua e reforçando seu papel social, a rede chega ao município promovendo doações de alimentos.

Durante a live promovida pelos irmãos Sandy e Junior, o Savegnago doou 10 toneladas de alimentos, que serão destinadas ao Projeto Fome de Música. Além disso, também fez a doação de 10 cestas básicas para a Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim, em Campinas.

“A rede Savegnago entende que este é um momento de solidariedade e de olhar ao próximo, já que unidos somos mais fortes. Por isso, as doações têm o objetivo de amenizar os efeitos causados pelo vírus e de ajudar as famílias carentes a atravessar este momento desafiador”, conclui Chalim.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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