DAF Avanthy inaugura concessionária em Marabá

26/11/2019

O Grupo Disbrava inaugura sua segunda concessionária DAF Avanthy Caminhões, localizada na cidade de Marabá, no estado do Pará. Além do amplo espaço de showroom e box para serviços, o local está preparado para o atendimento pós-venda. Estrategicamente localizada na Rodovia BR 230 (Transamazônica) KM 07, a loja, que abre as portas no dia 21 de novembro, reúne grande fluxo de caminhões da marca.

Para a DAF caminhões, o objetivo da inauguração é abranger o território nacional de forma assertiva e com qualidade na prestação dos serviços. O Pará, considerado o segundo maior estado do território nacional, conta mais de 1,2 milhão de metros quadrados. “Com forte atuação na mineração, pecuária e agricultura, a região conta com mais de 200 indústrias, como siderúrgicas (ferro) e fabricação de telhas e tijolos. O estado tem uma demanda de aproximadamente 3.000 caminhões por ano, sendo 30% modelos extrapesados”, afirma Adcley Souza, Diretor de Desenvolvimento de Concessionárias da DAF Caminhões. Portanto, estar presente em mais de uma região é fundamental para o sucesso da operação.

Com mais de 1.400 metros de área construída, em um terreno com 7.000 metros quadrados, a nova unidade conta com tecnologia de ponta e profissionais treinados pela DAF Academy. Para garantir um atendimento ágil, foram instalados seis boxes de serviços para manutenção de veículos. “Como a região possui alta demanda, atender o nosso cliente de forma personalizada e rápida é essencial para otimizar o trabalho de quem passará por aqui. Estamos muito felizes com a nova unidade que foi idealizada para abranger o sudeste do estado”, explica Júlio Cezar de Oliveira Filho, diretor geral.

Na DAF Avanthy Marabá, os clientes poderão contar com todo o portfólio de peças da PACCAR PARTS, divisão de peças da montadora, composto pelas Peças Genuínas DAF, Peças Genuínas PACCAR e as linhas multimarcas TRP. Todas as peças TRP possuem garantia total de um ano, abrangendo peças e mão de obra.

Serviço:
DAF Avanthy
Local: Rodovia BR 230 (Transamazônica), KM 07 – Nova Marabá – Marabá, PA
Site: www.dafcaminhoes.com.br

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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