Repom inaugura primeira unidade do Clube da Estrada no Maranhão

06/09/2019

O Estado do Maranhão vai receber o seu primeiro Clube da Estrada Repom com uma grande festa de inauguração, em 5 de setembro. A marca da Edenred Brasil, que atua com foco em soluções de gestão e meios de pagamento de despesas do transporte rodoviário de cargas, vai inaugurar na cidade de São Luís a 18ª unidade do projeto, que é referência em oferecer um local de descanso, lazer e conveniência para os motoristas em suas viagens.

O espaço será aberto na próxima quinta-feira, dia 5, com uma festa para os motoristas, no Posto Valen, parceiro da Repom, que mantém suas atividades no km 2 da Avenida Engenheiro Emiliano Macieira, localizado em um dos principais polos logísticos da região. “Chegou a vez de levarmos para o Maranhão um projeto que já atendeu mais de 390 mil caminhoneiros em todo o País. Mais uma importante etapa do plano de expansão da marca para essa iniciativa, que reforça nossa preocupação em cuidar do bem-estar e atendimento aos caminhoneiros”, destaca a diretora Usuários da divisão de Frotas e Soluções de Mercado Rodoviário, Andrea Beatrix.

Os motoristas que passarem pelo novo clube poderão usufruir de serviços já conhecidos do Clube da Estrada Repom, como barbearia, computadores com internet, acesso Wi-Fi, salas de jogos e de descanso e ainda uma sala de cinema, todos sem nenhum custo a esses profissionais.

Para a inauguração, a marca preparou uma programação especial das 10h às 20h, com churrasco, música ao vivo e sorteio de brindes. O evento é gratuito e aberto para todos os caminhoneiros.

Nas unidades do Clube da Estrada Repom, que são conhecidas como a casa dos caminhoneiros nas estradas, há sempre uma equipe de atendimento e suporte aos cartões Repom, e também serviços on-line de emissão de documentos.

O Clube da Estrada Repom é uma das iniciativas pioneiras da empresa, que tem o apoio de postos de combustíveis e está aberta para parcerias com empresas que desejarem fazer parte do projeto e gerar relacionamento com seus públicos de interesse.

O projeto também integra um conjunto de iniciativas da marca em seu Clube de Benefícios, voltado aos profissionais das estradas. “Contamos com uma estrutura de produtos e serviços que valoriza o tempo dos motoristas para que aproveitem mais e melhor a vida. É um clube de benefícios que tem como base proporcionar bem-estar e saúde, educação, finanças, negócios e lazer para a vida e o trabalho. Queremos ser os melhores companheiros dos caminhoneiros em suas viagens”, destaca Beatrix.

Com essa, serão 18 unidades presentes em localidades estratégicas para os caminhoneiros de todo o País. Com seis anos de sucesso, a ação oferece comodidade, contribui para o cumprimento da Lei do Descanso 12.619/12, que determina que a cada 24 horas trabalhadas, os motoristas tenham direito a repouso de 11 horas por dia, sendo oito horas ininterruptas e as demais fracionadas.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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