Spani Atacadista inaugura unidade na Vila Prudente

14/07/2017

No dia 18 de julho, o Grupo Comercial Zaragoza, detentor da bandeira Spani Atacadista inaugura sua segunda loja na capital paulista. Desta vez, a unidade atenderá a região da Vila Prudente, zona leste da cidade.

A inauguração marca a abertura da 15ª loja da rede e tem como objetivo atender os comerciantes e clientes da região do distrito da Vila Prudente, em São Paulo. Com um investimento de cerca de R$ 14 milhões, essa unidade já gerou mais de 160 empregos diretos.

O Spani Atacadista da Vila Prudente está localizada na Rua Orfanato, n° 1629 e ocupa uma área total de 3.794,80 m2 e área de venda de 1.929 m2. Além disso, a nova unidade tem um estacionamento para 91 veículos.

A nova loja irá oferecer mais de 10 mil produtos dos setores de açougue, bebidas, frios, laticínios, hortifrútis, importados, mercearia, higiene e limpeza. Dentre as vantagens que fazem do Spani Atacadista a melhor opção para os negócios estão o estoque garantido, ofertas exclusivas para os mais variados públicos, variedade de produtos, atendimento por televendas para tirar dúvidas e o desenvolvimento de campanhas sociais nas regiões em que atua.

Expansão
Atualmente o Spani Atacadista conta com 14 unidades distribuídas entre o Estado de São Paulo e região fluminense, além disso, o Grupo já inaugurou no final do mês passado, sua primeira loja na capital paulista. Para atender toda a demanda, a rede conta com um Centro de Distribuição que está localizado estrategicamente na cidade de Taubaté, no Vale do Paraíba.

O Diretor Presidente do Grupo Zaragoza, Cléber Gomez, ressaltou a importância da expansão da rede na capital e em todo o Estado de São Paulo. “Nossa empresa está em uma fase de crescimento sólido e por isso estamos expandindo para a capital e todo o Estado de São Paulo para oferecer sempre o melhor preço e as melhores oportunidades para a população”, considera.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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