BYD traz para Intermodal empilhadeira eleita a melhor do mundo

21/03/2017

A BYD, gigante global especializada em energia limpa – baterias recarregáveis, veículos elétricos, painéis solares fotovoltaicos, LED, sistemas de armazenamento de energia e TI -, traz para 23º edição da Intermodal, que acontece de 4 a 6 de abril, em São Paulo, a mais avançada tecnologia para empilhadeiras elétricas do mundo. “Nossa máquina não descansa: trabalha na chuva, na areia, em terreno esburacado. Tem o dobro de autonomia e demora ¼ do tempo para carregar quando comparada à tradicional de chumbo ácido. Comparadas às de gás, além de mais seguras, ainda apresentam uma economia anual que pode chegar a mais de 27 mil reais,” revela Henrique Antunes, gerente nacional de vendas da empresa.

Eleitas as melhores do mundo na categoria, na feira de Hannover (Alemanha) em 2016 – prêmio IFOY –, as empilhadeiras BYD dispensam sala específica, operador e bateria reserva, pois possuem carregador portátil de fácil manuseio – além de permitirem recarga parcial (sem efeito memória) e efetivarem a recarga total em até duas horas, contra oito horas da tradicional de chumbo ácido. Além disso, têm 10 anos de vida útil (contra apenas três da tradicional) e cinco anos de garantia de fábrica. “Somos a vanguarda da tecnologia em baterias de lítio, somos líderes mundiais. E por termos o sistema completo, conseguimos deixar nossas empilhadeiras no topo quando se trata de produtividade. Permitimos agilidade, corte no custo de manutenção com sala de bateria e com um funcionário destacado apenas para essa função de recarga e troca; evitamos riscos de acidente a ainda excluímos o custo alto com energia, levando-se em consideração as oito ou até 10 horas que uma empilhadeira de chumbo ácido necessita para recarregar”, explica Antunes, que complementa com a questão ambiental, de suma importância “não há descarte para baterias BYD, uma vez que após terem seu ciclo de vida encerrado na aplicação de empilhadeiras, são reutilizadas no sistema de armazenamento de energia (ESS – Energy Store System)”.

Quando comparada às de gás natural (GLP), mais uma vez as vantagens são inúmeras. As empilhadeiras GLP exigem um espaço próprio – e de alto custo – de armazenagem para os botijões, instalação de pit stop para recarga e ainda adicional de insalubridade para o operador do carregamento (por conta do risco de vazamentos e explosão). Nada disso acontece com as empilhadeiras BYD e mais, comparando custo com combustível, tempo de abastecimento (deslocamento, troca e recarga) e manutenção (que no caso da GLP conta-se óleo, filtro, vela, correia, entre outros itens) a economia pode variar de nove a 27 mil reais por ano, considerando-se de um a três turnos de funcionamento.

São nove modelos disponíveis no Brasil (T14, T20, ECB16, ECB18, ECB20, ECB25, ECB30, ECB35, T50) e a BYD tem cases de sucesso no país com Renault, Suzano, Correios, Fiat, Braskem, entre outros.

Compartilhe:
Veja também em Conteúdo
JSL lança “Estrada de Prêmios” para fidelizar motoristas, reduzir turnover e ampliar eficiência operacional
JSL lança “Estrada de Prêmios” para fidelizar motoristas, reduzir turnover e ampliar eficiência operacional
ID Logistics Brasil inaugura centros de distribuição para a Amazon e amplia operação de fulfillment
ID Logistics Brasil inaugura centros de distribuição para a Amazon e amplia operação de fulfillment
Alta no tráfego rodovias paulistas reflete avanço de veículos leves e pesados, aponta Veloe/Fipe
Alta no tráfego rodovias paulistas reflete avanço de veículos leves e pesados, aponta Veloe/Fipe
Gestão climática ganha relevância no setor logístico diante de eventos extremos: destaque do primeiro ABOL Day do ano
Gestão climática ganha relevância no setor logístico diante de eventos extremos: destaque do primeiro ABOL Day do ano
Frete mínimo da ANTT: o que muda para embarcadores e transportadoras no TRC, segundo a Mundo Seguro
Frete mínimo da ANTT: o que muda para embarcadores e transportadoras no TRC, segundo a Mundo Seguro
A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

As mais lidas

01

Transporte de cargas perigosas: falhas operacionais aumentam riscos e exigem mais segurança, adverte consultor
Transporte de cargas perigosas: falhas operacionais aumentam riscos e exigem mais segurança, adverte consultor

02

Shopee inaugura centro de distribuição fulfillment em Minas Gerais e reduz prazos de entrega
Shopee inaugura centro de distribuição fulfillment em Minas Gerais e reduz prazos de entrega

03

Intermodal 2026 chega à 30ª edição como hub estratégico da logística global e vitrine de inovação, negócios e integração multimodal
Intermodal 2026 chega à 30ª edição como hub estratégico da logística global e vitrine de inovação, negócios e integração multimodal