Crown lança novos modelos de empilhadeiras

29/07/2016

Nesta quinta-feira, 28, a Crown Equipment Corporation, uma das maiores empresas de movimentação de materiais do mundo  lançou novos modelos de empilhadeiras, além de nova geração de veículos de assistência a trabalhos com plataforma.

Mais conhecido como Wave™, a Crown Série WAV 60 foi projetada com recursos que ajudam a atingir níveis superiores de segurança, eficiência e flexibilidade em aplicações nas quais escadas são normalmente utilizadas para obter acesso a locais altos, como aqueles existentes em ambientes de lojas e fábricas em geral. o veículo de assistência a trabalhos é ideal para operadores que recebem, transportam e estocam/colocam pequenas cargas e/ou produtos em prateleiras em espaços estreitos congestionados ou que separam ou completam pedidos.

O equipamento pode se erguer, deslocar e elevar produtos simultaneamente, de forma que os operadores podem realizar seu trabalho de forma eficiente pela localidade enquanto elevam e abaixam os itens para alturas apropriadas, tudo isso em uma operação suave e perfeita. Os motores e controladores AC da Wave aumentam as velocidades de deslocamento para 8 km/h e oferecem uma aceleração mais ágil e maior manobrabilidade. O sistema operacional embarcado permite melhor desempenho e controle por meio de uma coordenação inteligente dos comandos do operador, de operações de elevação/descida, direção e frenagem, níveis de desempenho e de outros sistemas.

Crown FC 5200 – pode suportar capacidades de carga de 1.800 a 2.900 quilos, é construída com base em uma estrutura forte e durável para movimentar as cargas mais exigentes. O Intrinsic Stability System™ da Crown, utiliza sensores e controladores integrados para monitorar e controlar continuamente as principais funções e movimentos da empilhadeira, o que aumenta a estabilidade e segurança e oferece ao operador um nível de confiança maior. Os motores duplos de acionamento e a geometria do eixo de direção da empilhadeira permitem um raio de giro menor para que o operador possa manusear cargas pesadas em espaços apertados sem precisar contornar os paletes e/ou aumentar desgaste nas rodas. Além disso, dá aos operadores a força, estabilidade e manobrabilidade que precisam para erguer as cargas mais pesadas em corredores apertados e docas com grande movimentação.

Série MPC 3000 – capaz de se deslocar a 12,5 km/h e de elevar cargas de 1,2 mil kg até 4,3 metros de altura, a MPC 3000 combina todos os benefícios de uma selecionadora de pedidos com as vantagens de uma empilhadeira de contrapeso. A adaptabilidade das empilhadeiras da nova série significa que elas são adequadas para utilização em uma ampla gama de aplicações de armazenagem.

Muitas tarefas – uma solução
A série MPC 300 combina muitas características em uma só empilhadeira, permitindo ao operador realizar uma grande variedade de tarefas. Ela está equipada com mastros de elevação alta, ideais para a seleção de pedidos, recebimento/expedição, transporte por longas distâncias, reposição e blocado. Devido ao seu design de contrabalançada, as empilhadeiras não têm braços de carga, de forma que podem operar em proximidade com o maquinário, empilhar paletes blocados em 4 vias e manobrar em áreas estreitas ou congestionadas com eficiência e segurança e sem entraves.

Conforme confirmado recentemente por Christoph Grüter, Chefe de Logística da Roto Frank Bauelemente GmbH, em Bad Mergentheim, Alemanha, onde as empilhadeiras já foram submetidas a testes intensivos em uso na localidade, “com um mastro duplex resistente e capaz de erguer cargas a uma altura total de 4,3 metros, além de um design compacto, sem braços de carga intrusivos, essas empilhadeiras operam em nosso armazém como equipamentos versáteis e multifuncionais. A incrível agilidade e velocidades excepcionalmente altas de elevação da série MPC 3000 causaram uma impressão muito positiva”.

A nova série de empilhadeiras não só oferece a perfeita altura ergonômica de trabalho para qualquer tarefa de seleção de pedidos, mas também consegue fazer o empilhamento em blocado de vários paletes, o que simplifica o processo de recebimento/expedição em certas aplicações. O mastro de alta elevação também permite à empilhadeira responder rapidamente à demanda, repondo “slots” de seleção localizados em níveis mais baixos a partir de prateleiras ou racks posicionados em nível mais alto. No passado, uma operação como essa exigiria uma empilhadeira retrátil ou contrabalançada separada.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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