TNT aposta em gestão de transporte para reduzir impactos ambientais

08/06/2015

Em 2015 a TNT Brasil iniciou a implantação de dois projetos pilotos: as entregas e coletas realizadas por meio de bicicletas na unidade Canindé (SP), utilizando as ciclovias do centro da capital paulista; e o transporte de mercadorias dentro do Shopping dos Calçados em Jaú (SP), que é realizado com um carro elétrico operado por controle remoto. Desde 2014, a empresa já faz coletas e entregas em regiões com grande concentração de escritórios com portadores a pé, ou usando transportes de massa nas cidades do Rio e São Paulo.

“Apostamos em novas ideias para melhorar procedimentos tradicionais. O projeto das bicicletas e do carro elétrico, respectivamente implementados em março e abril deste ano, têm melhorado a produtividade das unidades com excelente aceitação dos clientes e funcionários. Por isso, estamos estudando novas oportunidades para continuarmos esse desenvolvimento, que tem dado certo”, contou Cristiano Koga, diretor Corporativo da TNT.

Além dos projetos, a transportadora atualizou em 2014 seu Plano Estratégico, prevendo novos aportes para a gestão de sua frota. Um deles, que totalizou R$39 milhões, incluiu a aquisição de 237 novos veículos, entre carretas, cavalos e VUCs, tanto para transferência (viagens) como para coleta/distribuição das operações nacionais.

A nova frota deverá estar totalmente operacional em cinco anos e, com uma maior disponibilidade de operação dos veículos, trará uma redução de 1.943 toneladas anuais nas emissões de gases nocivos ao meio ambiente.

O transporte de cargas internacionais, por meio da unidade de negócios TNT Express, também recebeu R$ 1,3 milhão de investimento para renovação de 58% da frota, o que reduziu o impacto ambiental das operações em 25%.

“O negócio de transportes é um dos principais emissores de gases nocivos ao meio ambiente. Investir em novos veículos e uma distribuição mais inteligente para os serviços é fundamental para reduzir a emissão de CO2, com diminuição das manutenções, rotas mais livres e veículos que tenham os menores níveis de emissões”, completou Koga.

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