Sulnorte investe na operação em dois portos brasileiros

13/12/2019

Estrategicamente posicionada nos principais portos brasileiros, a Sulnorte, tradicional empresa de rebocadores controlada pelo Grupo H. Dantas e a segunda mais antiga do Brasil, identificou oportunidades em dois portos: Porto Alegre e Santarém, que seguem trajetória de crescimento. Porto Alegre apresenta um grande potencial de crescimento no Polo Químico de Santa Clara, assim como no cais comercial. Já Santarém está em obras de ampliação. De acordo com o projeto, o porto passará a comportar navios maiores e terá maior capacidade de armazenamento.

“Em Porto Alegre, a nossa frota é composta de três rebocadores de três eixos, variando entre 20 e 32 toneladas de tração estática – bollard pull, a mais segura e com maior manobrabilidade no porto”, ressalta Manoel Ramos, assessor comercial da Sulnorte. “Já em Santarém, operamos em regime de consórcio com nossos parceiros operacionais, criando soluções e agregando valor aos negócios dos nossos clientes”, afirma Ramos.

O Porto de Santarém é um porto fluvial brasileiro de médio porte, localizado no município de Santarém, no estado do Pará. Foi inaugurado em 11 de fevereiro de 1970 em uma área de 500.000 m² e está localizado à margem direita do Rio Tapajós, próximo à sua confluência com o Rio Amazonas. É o 23º lugar no ranking de portos brasileiros.

O Porto de Porto Alegre está situado no Canal dos Navegantes e tem cais acostável, com extensão de 8028 metros. A primeira porção do porto foi construída na década de 1850. Une o centro produtor regional com um dos maiores portos marítimos do Mercosul, o Porto de Rio Grande.

“Em Santarém, atendemos a demanda dos clientes da região demonstradas naquele momento, oferecendo serviços de qualidade com preços competitivos “, destaca Luiz Felipe Gouvêa, diretor-executivo da Sulnorte. “Temos observado obras importantes que destravam desafios logísticos, como a BR-163. Acreditamos que a mudança geográfica na produção do agronegócio, como o Arco do Norte do Brasil, está gerando grandes desafios logísticos associados ao crescente fluxo de exportações. Nesse sentido, acreditamos que a região Norte desempenhará um papel importante no desenvolvimento de uma solução competitiva para essa nova fronteira e, portanto, representa uma área potencial de expansão para as operações da Sulnorte”, comenta Gouvêa.

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