Rodofort dobra volume de emplacamentos em 2021

21/04/2021

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Os negócios da Rodofort em 2021 estão aquecidos. No primeiro trimestre do ano a empresa entregou ao mercado 471 produtos ante 184 unidades no mesmo período de 2020. Isso representa variação positiva de 156%. “Nossa carteira de clientes está dividida entre agronegócios e logística de movimentação de produtos acabados”, diz Alves Pereira, diretor-geral da Rodofort.

Pouco mais da metade dos implementos rodoviários entregues pela Rodofort nos três primeiros meses do ano foram do tipo graneleiro e foram destinados aos clientes do agronegócio. Os demais produtos foram sider e baú alumínio, para os transportadores que em sua maioria atuam com pallets e que fazem a distribuição entre a indústria e o mercado de varejo; e porta-contêiner, para os operadores de cargas no modal marítimo.

A Rodofort voltou ao mercado em 2018 e produziu naquele ano 110 unidades. No ano seguinte, a companhia registrou 654 emplacamentos e no ano passado 1.350 implementos rodoviários da linha Pesada foram vendidos. Para 2021, a expectativa é chegar a 2.100 unidades entregues ao mercado. “Estamos consolidando nossa marca no mercado e os resultados crescentes mostram que nossa estratégia comercial é acertada”, explica o executivo.

Contratação na Guerra. No dia 3 de maio começam a trabalhar em Caxias do Sul (RS) os quatro primeiros funcionários contratados para a Guerra. A empresa foi adquirida pelo grupo que controla a Rodofort e até o final do ano estará produzindo implementos rodoviários novamente.

Os colaboradores são das áreas de controladoria, recursos humanos, engenharia e gestão operacional. “São pessoas que vão desempenhar um papel chave nesse primeiro momento atuando na organização para por a futura planta industrial em funcionamento”, explica o diretor-geral da Rodofort. “As contratações seguintes vão acontecer nas próximas semanas”, completa.

A previsão é de em cinco anos a Guerra ter aproximadamente 1 mil funcionários. O investimento para a reabertura da empresa será de cerca de R$ 10 milhões e o valor inclui desde a manutenção das máquinas até a aquisição de matéria-prima e contratação e treinamento de pessoal. A Guerra deve estrear no mercado no último trimestre de 2021 e a expectativa é de fabricar 250 implementos rodoviários.

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