Raízen premia melhores motoristas do transporte rodoviário na 14ª edição do Rodeio de Caminhões

O Rodeio de Caminhões 2025, promovido pela Raízen, consagrou no dia 14 de junho os melhores motoristas do ano-safra 2024-2025 no modal rodoviário. A final do evento, que é considerado o maior do Brasil em segurança rodoviária, ocorreu no Resort Vila Galé Marés, em Camaçari (BA), e premiou os cinco motoristas mais bem colocados, além de reconhecer lideranças do setor.

O grande vencedor da 14ª edição foi Bruno Henrique da Costa de Souza, representante da FS Transportes, que conquistou o primeiro lugar e levou como prêmio um carro zero quilômetro. Em segundo lugar, Jocimar Rodrigues Fernandes, da Simeira Logística, foi premiado com uma moto.

O terceiro colocado, Getúlio Corre da Silva, da Transportadora Nichele, recebeu uma televisão e um vídeo game. Fernando Iesbick Ramos, da Stefani Transportes, ficou com o quarto lugar e ganhou uma televisão, enquanto Ricardo Alexandre Vieira da Conceição, também da FS Transportes, garantiu a quinta colocação e levou um notebook.

Raízen premia melhores motoristas do transporte rodoviário na 14ª edição do Rodeio de Caminhões

A competição teve como objetivo reforçar a importância da direção segura, valorizando os profissionais do setor e incentivando boas práticas. “Celebrar os motoristas é celebrar a força que impulsiona o Brasil. Temos orgulho em realizar um evento como este, que valoriza os profissionais que assumem o compromisso com a direção segura”, afirmou Leandro Silva, diretor de Operações e Logística da Raízen.

Antes da grande final, os motoristas passaram por quatro etapas eliminatórias regionais, entre novembro de 2024 e março de 2025. As provas ocorreram nas cidades de São José do Rio Preto (SP), Anápolis (GO), Canoas (RS) e Cubatão (SP). Os participantes realizaram provas teóricas sobre limites de velocidade, controle de jornada, segurança operacional e uma prova prática com caminhão-tanque, em um circuito cronometrado.

A Raízen também reconheceu, por meio do programa Gestão 360°, os gestores e lideranças das transportadoras que se destacaram em produtividade e segurança ao longo do ano-safra.

O evento contou com o patrocínio de Mercedes-Benz, XBRI, Scania, Carraro, Randon, SEST SENAT, Librelato, Maxtrack, Sighra TSI, Mednet e Ambipar.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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