Operações logísticas de importação de medicamentos crescem 37% na Allog

15/09/2017

Pills and capsules in medical vial
Pills and capsules in medical vial

As operações logísticas de importação de medicamentos da Allog International Transport cresceram 37% em toneladas embarcadas de janeiro a agosto de 2017 em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), o valor FOB (Freee on Board) do quilo na importação de medicamentos para medicina humana e veterinária teve alta de 13,7% nos seis primeiros meses do ano.

As cargas de produtos fármacos transportados pela Allog, em sua maioria, têm origem em Hong Kong e Xangai (China); Milão e Genova (Itália); Frankfurt (Alemanha) e Tóquio (Japão). Atualmente a importação de produtos farmacêuticos está sujeita às Boas Práticas de Transporte de Medicamentos, de modo a não afetar sua integridade, mantendo inalteradas suas características.

Para atender as exigências dos órgãos reguladores, a Allog trabalha com parceiros que atendem todos os requisitos de controle de temperatura. “A importação de medicamentos não pode exceder a temperatura ambiente (15ºC / 30ºC)”, explica Priscilla Morroni Fortes, analista de Operações Aérea da Allog. “Fora o controle de temperatura, o tempo de espera é o segundo item mais importante na importação de medicamentos”, enfatiza. Os laboratórios não trabalham com estoque de matéria-prima e, se algum produto atrasar, impactará diretamente na produção e disponibilidade dos medicamentos ao mercado.

Atualmente, as importações de medicamentos feitas pela Allog são da Europa, principalmente Itália e Suíça, e também de países como Índia e China. Para garantir a qualidade do transporte de medicamentos, os clientes podem utilizar o recurso data logger – único meio de controlar as informações de temperatura da origem até o destino final. “Com as medições contínuas, é possível saber se houve oscilações bruscas de temperatura, se excedeu a margem permitida, o dia e o horário que ocorreu a alteração”, explica Priscilla. A partir dessas informações é possível tomar as devidas providências para erradicar qualquer erro que envolva o controle de temperatura durante o transporte da carga.

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