Leilão de caminhões da Copart, AMANHÃ, tem descontos de até 30% em veículos pesados

Neste sábado (21 de fevereiro), a Copart, referência global na compra e venda de veículos, realiza um leilão de caminhões e veículos pesados no pátio da empresa em Osasco (SP). O evento reúne caminhões, máquinas para construção civil e utilitários grandes, com descontos que podem chegar a até 30% em relação à Tabela Fipe, ampliando as oportunidades para transportadoras, empresas de logística, frotistas e profissionais do setor.

Entre os caminhões disponíveis no leilão, estão modelos de marcas consolidadas no mercado brasileiro. A lista inclui Volvo VM 2022, com valor de Tabela Fipe estimado em R$ 450.980, Volkswagen Constellation 2021/2022, avaliado em R$ 374.998, e Mercedes-Benz Atego 2025, com Fipe estimada em R$ 579.956. Dessa forma, o certame contempla diferentes perfis de operação, desde transporte regional até aplicações de maior capacidade.

Além dos caminhões, o leilão exclusivo de pesados da Copart contará com maquinário voltado à construção civil, ampliando o escopo de ativos disponíveis. Entre os destaques estão o Sany Rolo Combinado YZ12C 2010, o Komatsu Trator de Lâmina D51EX 2011 e o Muller Rolo Asfalto VAP55 2002, equipamentos utilizados em obras de infraestrutura e manutenção viária.

Os interessados também poderão disputar utilitários grandes, categoria que atende operações urbanas e de distribuição. Estão disponíveis modelos como Hyundai HR 2020, com Tabela Fipe estimada em R$ 127.071, e Iveco Daily, avaliado em aproximadamente R$ 123.920. Assim, o leilão atende tanto operações pesadas quanto atividades de apoio logístico.

Como participar do leilão de caminhões da Copart

Os leilões da Copart Brasil podem ser acompanhados por participantes de qualquer região do país, independentemente do local onde os veículos estejam armazenados. As salas virtuais são abertas 30 minutos antes do início da sessão e permanecem disponíveis até o encerramento do certame.

Para participar, é necessário realizar cadastro prévio no site oficial da empresa, informando a documentação exigida. Podem participar pessoas físicas maiores de idade e pessoas jurídicas, de acordo com as regras do leilão.

Mais informações e cadastro estão disponíveis em:
👉 https://www.copart.com.br

Sobre a Copart

A Copart é uma multinacional norte-americana listada na NASDAQ, com atuação em 11 países nas Américas, Europa e Ásia. Presente no Brasil desde 2012, a empresa atua na organização de leilões extrajudiciais de veículos, contando com 25 pátios distribuídos por todas as regiões do país, além de um marketplace de compra e venda de veículos. A operação utiliza tecnologias digitais para agilizar processos, reduzir tempo de giro dos ativos e ampliar a eficiência na comercialização de automóveis, utilitários, caminhões e maqui

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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