Gigantes no Agro: extrapesados lideram estratégia da VWCO para o setor

Líder no mercado brasileiro, a Volkswagen Caminhões e Ônibus estará presente em diferentes exposições voltadas para o agronegócio ao longo do ano. O próximo encontro da marca com os clientes do Agro será na Agrishow, em Ribeirão Preto – SP, entre os dias 28 de abril e 2 de maio. A montadora apresentará seu portfólio de soluções de transporte para o setor, com uma gama de opções que vai desde a linha de veículos leves até os extrapesados.

“Por mais um ano, embarcamos em um circuito de feiras destinadas ao agronegócio, um dos principais nichos atendidos pela VWCO. Nossa expertise na produção de veículos sob medida para diversos ramos industriais se estende naturalmente ao setor agrícola. Afinal, conhecemos a fundo as especificidades deste mercado e suas demandas. Nosso portfólio abrangente, aliado à robustez de nossos chassis, garante configurações ideais para as operações do campo, oferecendo alto desempenho e atendendo integralmente a todas as exigências”, destaca Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas.

O destaque do portifólio são os cavalos mecânicos Meteor 29.530 6×4, os maiores Volkswagen do mundo. Os representantes da família de gigantes vão às feiras para demonstrar toda sua força e potencial para atender ao escoamento rodoviário da produção no campo. Além da robustez, os veículos entregam conforto, segurança e muita tecnologia ao motorista.

Entre as demais opções direcionadas ao setor, estão os também extrapesados Constellation 33.480 6×4, 31.320 6×4 e o 20.480 4×2 – lançamento mais recente da VW Caminhões e Ônibus. Representando o caminhão médio mais vendido no mercado brasileiro, VW Delivery 11.180 é exibido em sua versão 4×4, uma exclusividade da VW no mercado brasileiro. Com investimento de mais de R$ 1 bilhão voltado ao agronegócio nos últimos anos, a montadora apresenta ainda seu supercaminhão canavieiro para potencializar produtividade no campo: o Agronomous VW Constellation 31.280 8×4.

Com os eventos em vista, o time de vendas nacionais VWCO aquece os motores e se prepara para a maratona que movimentará o calendário. A marca reuniu sua equipe comercial para um encontro focado em seu crescimento no segmento de veículos extrapesados e novos planos de negócios, fortalecendo ainda mais sua estratégia de atendimento ao agronegócio.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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