
A proposta do governo federal de incorporar e distribuir canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento da obesidade coloca em evidência os desafios operacionais e regulatórios da distribuição de medicamentos biológicos no país. Por se tratarem de produtos termolábeis — altamente sensíveis a variações de temperatura —, a preservação da cadeia do frio é um fator crítico para assegurar a eficácia dos tratamentos e a segurança dos pacientes.
Desafios técnicos e riscos à saúde pública
Para debater o cenário e os cuidados necessários, Liana Montemor, farmacêutica e diretora técnica do Grupo Polar, destaca os principais pontos de atenção exigidos por essa operação logística:
- Requisitos de acondicionamento: A necessidade de controle rigoroso e monitoramento contínuo desde a fábrica até a entrega final ao paciente.
- Impactos das variações térmicas: Os riscos de perda de eficácia e comprometimento da segurança dos fármacos caso ocorram oscalções de temperatura.
- Capilaridade nacional: A complexidade de manter a estabilidade da cadeia do frio em um país de dimensões continentais e com variações climáticas extremas como o Brasil.
Especialização em Cold Chain
Com mais de duas décadas de atuação, o Grupo Polar destaca-se como pioneiro no desenvolvimento de elementos térmicos (gelos), além de fabricar caixas, bolsas térmicas, dataloggers, rastreadores e monitores de temperatura, prestando serviços de qualificação, treinamento e consultoria. A companhia foi a primeira no Brasil a investir em pesquisas e soluções personalizadas para Cold Chain, atendendo aos padrões regulatórios nacionais e internacionais.








