A Rhenus Logistics Brasil ampliou sua presença no mercado nacional ao registrar avanços relevantes no transporte marítimo e aéreo, especialmente nas rotas que conectam o país aos principais hubs globais de comércio. No último ciclo, a empresa subiu da 58ª para a 12ª posição na rota China–Brasil e da 66ª para a 13ª colocação no trade lane Ásia, movimento que a posiciona entre os operadores com maior crescimento nesse eixo logístico internacional.
Além disso, em comparação a 2024, a companhia registrou um aumento superior a 55% no volume de TEUs transportados no modal marítimo no trade lane Ásia–Brasil ao longo do último ano. Esse desempenho está diretamente ligado ao fortalecimento da estrutura local iniciado em 2023, com ampliação de capacidade operacional e ajustes estratégicos nas rotas atendidas.

“Nos últimos dois anos, intensificamos nossa presença comercial em regiões estratégicas, fortalecemos parcerias com armadores e ampliamos nossa capacidade operacional para FCL e LCL. Esse conjunto nos permitiu ganhar escala, confiabilidade e previsibilidade em um dos fluxos mais competitivos do mundo”, afirma Bruna Ventura, Managing Director da Rhenus Logistics no Brasil.
Esse avanço, entretanto, não se limita ao aumento de volumes. Conforme a empresa, a evolução no corredor Ásia–Brasil está baseada em decisões orientadas por dados e inteligência de mercado, com foco em rotas de maior potencial estrutural. Paralelamente, a Rhenus firmou contratos com companhias marítimas, ampliou equipes especializadas e aprimorou processos operacionais, fatores que contribuíram para ganhos consistentes de eficiência e estabilidade.
No transporte aéreo, a companhia também registrou crescimento relevante ao adotar uma estratégia de diversificação geográfica e mitigação de riscos. Atualmente, a Rhenus lidera a rota Miami/Vitória (ES)e ocupa a segunda posição no trecho Miami/Florianópolis (SC), impulsionada pelo aumento das exportações da América do Sul e pela consolidação da Europa como corredor estratégico para cargas LCL.
A atuação no modal aéreo é sustentada pela especialização em cargas sensíveis, como eletrônicos, semicondutores e equipamentos de alto valor, além de uma estrutura robusta de compliance e integração com Trading Companies nos regimes fiscais especiais de Santa Catarina e do Espírito Santo. Esse modelo operacional reforça a capacidade de resposta da empresa diante da volatilidade das cadeias globais de suprimentos.
Outro ponto central da estratégia é a combinação dos aeroportos de Vitória (VIX) e Viracopos (VCP). Enquanto VIX atua como principal porta de entrada para cargas de alta tecnologia e operações fiscais, VCP oferece suporte a segmentos como high-tech e automotivo. Vitória, em particular, apresenta menor concentração de concorrentes, cenário no qual a Rhenus desenvolveu frequência elevada, capacidade local e relacionamento direto com companhias aéreas.
A empresa também mantém programas exclusivos de consolidação no Miami Gateway, com capacidade dedicada e armazém próprio localizado a 1,5 km do aeroporto. Esse modelo permite integrar cargas de origem asiática, oferecendo melhores custos, tempos de trânsito e maior estabilidade de capacidade, segundo informações da companhia.








