Impulsionado pelo transporte rodoviário, Grupo Tracker prevê crescimento de 16% no mercado corporativo

O Grupo Tracker, maior empresa de localização e recuperação de veículos do país, projeta ampliar a participação do mercado corporativo em 16%, este ano, principalmente no segmento de transporte rodoviário de carga.

Em 2025, o Grupo Tracker vai focar no fortalecimento das equipes comerciais nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste. “Essas regiões transportam a riqueza brasileira pelas estradas do país, precisamos entender as necessidades particulares de cada transportador, para entregar valor para ele. Está no DNA do Grupo Tracker proteger o bem dos clientes com as melhores soluções e resultados. Temos o melhor índice de recuperação do mercado, que melhora ano após ano. Atribuímos esse sucesso ao permanente investimento em inovação e na infraestrutura”, afirma o diretor Comercial do Grupo Tracker, Maurício Coelho, que atua nas áreas de transporte e gestão de risco há mais de 20 anos.

Ele explica que a implementação da Rede Mesh – sistema pioneiro que transforma rastreador em antena móvel – ampliou a cobertura e a eficiência na comunicação entre dispositivos, permitindo uma resposta mais rápida e precisa em situações de recuperação. Soma-se a isso a rede própria e a capilaridade de antenas de radiofrequência. E por fim, a tecnologia 4G, que proporciona conexões mais rápidas e estáveis, facilitando a transmissão de dados em tempo real e aprimorando a eficácia das operações. “Estamos à frente da concorrência e o resultado é maior eficiência”, constata.

Rede Mesh

Esta tecnologia exclusiva permite criar um sistema em que dois ou mais dispositivos se comunicam entre si para formar uma rede única. Dessa maneira, cada veículo com a tecnologia Tracker instalada se torna antena móvel circulando pelas estradas e ruas do Brasil.

Em 2024, 10% dos eventos de roubo e furto registrados pelo Comando de Operações do Grupo Tracker tiveram o primeiro sinal reportado por uma dessas antenas. No Mato Grosso do Sul esse índice foi ainda maior (66%), no Paraná 44%, Interior de São Paulo 33% e Minas Gerais 25%.

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