TRD Transportes adota solução da Pitney Bowes e otimiza 20% o valor do frete por quilo cobrado

29/06/2022

A TRD Transportes, empresa com mais de 20 anos de experiência atendendo frotas para todas as cidades do Brasil, com operação dedicada de e-commerce, implantou em seus processos o equipamento OneShip Dinâmica Premium, da Pitney Bowes, multinacional especializada em soluções de logística, envio de documentos e pacotes, com objetivo de obter aferição exata das encomendas.

A TRD Transportes encontrou na Pitney Bowes a oportunidade para automatizar a sua operação, buscando mais eficiência para empresas com grande fluxo de volumes. A tecnologia possui capacidade produtiva aliada à agilidade no processo de conferência de pesos e dimensões dos volumes transportados.

“Esta solução era exatamente o que procurávamos para garantir mais otimização e agilidade na operação. Além disso, contamos com aferição exata, com segurança no fluxo de informações, gerando transparência, eficiência e propiciando melhores resultados para nossa empresa.”, diz Danilo Fanton, proprietário da TRD Transportes.

A OneShip Dinâmica Premium oferece mais agilidade no processo de medição e pesagem de volume, além de conferência automática do peso e dimensões do pacote e leitura de código de barras. Com alta produtividade, a tecnologia possui ainda um sistema de cadência de volumes e trabalha de forma integrada com o ERP da companhia.

Com a solução, a TRD conseguiu otimizar em 20% o valor do frete por quilo cobrado, o que impactou positivamente na percepção dos clientes e, também, na performance da empresa frente à concorrência. Além disso, a empresa afirma que o relacionamento com a Pitney Bowes foi um diferencial. “Nosso relacionamento com a Pitney Bowes é excelente, tanto no momento da venda quanto no atendimento posterior”, acrescenta Fanton.

“Trabalhamos diariamente para nosso relacionamento com o cliente ser o melhor e mais transparente possível e, com a TRD não foi diferente. Quero que continuemos no caminho certo para oferecer sempre o suporte necessário que o cliente precisa”, afirma Rodrigo Melo, Gerente de Canais na Pitney Bowes.

Por conta do excelente resultado e, também, do atendimento da Pitney durante a implementação do projeto, a TRD optou por ampliar a adoção da automação em suas operações e está instalando mais um equipamento em sua unidade localizada em Guarulhos, São Paulo.

Atualmente, a TRD está situada em Caxias do Sul (RS), conta com uma estrutura de 15 mil metros quadrados, com área construída de 1,9 mil metros, para facilitar a movimentação da frota e com projeção de crescimento de 20% no mercado de transportes logísticos. Além disso, a empresa possui filiais em Sapucaia do Sul (RS), Joinville (SC), São José dos Pinhais (PR), Guarulhos (SP) e Indaiatuba (SP).

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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