Savegnago inaugura segunda unidade em Campinas

05/06/2020

A Rede Savegnago de Supermercados inaugurou, nesta quarta-feira (3), sua segunda unidade em Campinas. A loja 43, localizada na Avenida General Carneiro, 434, na Vila João Jorge, é a 47ª em operação em todo o estado de São Paulo e gerou 210 novos postos de trabalho na cidade.

Entre os diferenciais, o novo supermercado conta com layout moderno e funcional, estrutura diferenciada e uma variedade de produtos e serviços proporcionando uma nova experiência de compra aos consumidores.

São 2.400 m² de área de vendas totalmente climatizada. Possui adega de vinhos nacionais e importados e uma variedade de destilados com mais de 500 rótulos, padaria com mix de pães artesanais e especiais, área de alimentos saudáveis sem glúten, orgânicos, sem lactose e integrais, além de um setor de hortifrúti modernizado com autosserviço de frutas e legumes picados/fracionados e opções de sucos frescos.

Os clientes também terão ao dispor áreas de comida japonesa e espaço gourmet com lanches, salgados e sucos, além de um setor com grande variedade de flores e plantas. O açougue – que opera com garantia total de procedência – e o setor de frios, laticínios e embutidos também se destacam pela alta qualidade e variedade de opções.

Para garantir ainda mais conforto e a conveniência dos clientes, a unidade do Savegnago em Campinas possui uma área de estacionamento com capacidade para 141 vagas, 14 pontos de check-outs (caixas) e 4 terminais de self check-outs (caixas de autoatendimento).

“É uma imensa satisfação inaugurar a segunda loja da rede em Campinas, que é uma referência para a região metropolitana, oferecendo e disponibilizando essa variedade de produtos e serviços com o padrão de qualidade e exclusividade de nossa rede”, afirma Sebastião Edson Savegnago, o Chalim, presidente-executivo da Rede Savegnago de Supermercados.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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