Yale® lança novas edições das Paleteiras Elétricas MP20 e MP22 Advance

06/07/2018

A Yale®, uma das marcas globais líderes em equipamentos de movimentação de materiais, pertencente ao grupo Hyster-Yale (NYSE:HY), apresenta duas novidades para o mercado nacional. São as versões MP20 e MP22 Advance, esta última configurada com alguns opcionais que virão de série, a diferenciando no mercado na categoria premium.

Fabricadas e montadas pela unidade produtiva da Yale® no Brasil, as paleteiras são uma excelente opção para quem precisa operar em corredores estreitos e locais com espaço restrito. A MP20 chega com uma capacidade nominal de 2.000 quilos. Já a MP22 possui capacidade de carga de 2.200 quilos. Ambas apresentam o motor CA (corrente alternada), que permitem maior eficiência energética e longos períodos de operação entre manutenções. A alta qualidade de seus componentes garante o funcionamento confiável de ambos os modelos em operações de alta intensidade (heavy-duty).

A MP22 dispõe ainda da opção “creep speed”, recurso que permite a operação com o timão não acionado, e facilita a execução de tarefas em condições de espaço limitado.

Ambas as máquinas tem como característica marcante o design ergonômico do timão, configurado com empunhaduras angulares e controles de direção e de aceleração tipo borboleta, que proporcionam menor esforço de utilização, e contribuem para a redução do estresse no manuseio e da fadiga do punho e dos dedos do operador.

Os equipamentos também possuem comandos proporcionais de levantamento e abaixamento duplos, que permitem a operação tanto com a mão esquerda quanto com a direita. Outro diferencial é o chassi articulado, que confere maior durabilidade e menor manutenção, e as rodas e buchas projetadas para minimizar a oscilação ou o tombamento de cargas em pisos, docas e rampas irregulares.

“A MP20 e a MP22 são produtos inovadores da Yale® no Brasil. São equipamentos de alta performance, com preços mais competitivos, ideais para atender todo o tipo de aplicação, atendendo o cliente que prioriza performance assim como o cliente que prioriza custo de aquisição”, acrescenta Edson Nascimento, Gerente de Engenharia e Marketing da Hyster-Yale do Brasil.

MP22 Advance: Opcionais de Série

Outra novidade é que a Yale® comercializa a MP22 Advance já com alguns opcionais instalados no equipamento como sendo itens de série – uma versão exclusiva no mercado. São acessórios diretamente relacionados ao aumento da segurança, da produtividade e da economia no consumo da bateria.

O primeiro atributo de série é o sensor que controla a velocidade do equipamento nas curvas, o que minimiza o risco de acidentes com tombamento de cargas. Em manobras consideradas críticas, e de acordo com a aceleração e o raio de giro do timão, a velocidade da máquina é automaticamente reduzida.

A elevação inteligente é outro opcional, que também virá como item de série deste modelo, por meio do qual o operador poderá, com apenas um toque, programar e dar continuidade à movimentação do equipamento, sem que haja a necessidade de parar a operação e aguardar pela elevação completa dos garfos.

Por fim, a interrupção do sistema hidráulico automaticamente através de sensores garante uma maior autonomia da bateria, ao restringir o comando no momento da conclusão do curso de elevação ou abaixamento dos garfos, evitando assim um desgaste desnecessário dos componentes e do consumo de bateria.

Ambas as máquinas já estão disponíveis no mercado nacional. Consulte nossos distribuidores.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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