Belliz Company inaugura novo Centro de Distribuição no Espírito Santo

05/07/2018

Dona de cinco marcas que já fazem parte da vida de milhões de brasileiros e que lança mais de 100 produtos por ano, Belliz Company inaugura ainda esse mês o seu novo Centro de Distribuição na cidade de Serra, no Espírito Santo, onde já mantem grande parte de sua operação há mais de 12 anos. A construção desse novo espaço veio da necessidade de um local maior para o armazenamento dos mais de 1.700 diferentes itens e para atender os milhares de pontos de venda em todo o território nacional com o mesmo nível de excelência no atendimento e nos serviços prestados.

“O espaço foi desenhado especialmente para suportar toda a nossa operação e receberá as mais avançadas tecnologias em armazenamento e logística presentes no país, além de viabilizar diversos avanços operacionais que pretendemos fazer”, informa André Guidolin, presidente da Companhia. A empresa também planeja um aumento de cerca de 10% da equipe.

Com o novo centro de distribuição a capacidade de armazenamento dobrou e hoje conta com 14.700 posições de armazenagem. O espaço para recebimento e expedição de produtos aumentou de 6 para 12 docas e outros setores, como o controle de qualidade e de devoluções, também tiveram suas capacidades dobradas. “Este investimento reflete a força do segmento de acessórios de beleza no Brasil, que vem crescendo a cada ano”, complementa Guidolin. E se depender de Belliz Company esse crescimento não vai parar por aí.

A empresa acredita em uma beleza mais acessível para todos e por isso identifica no exterior o que mais se adequa a realidade do Brasil e traz para o país as principais tendências. E com um formato de distribuição ágil e eficiente, garante que as novidades cheguem rapidamente nas mãos dos consumidores. Esse processo faz da Belliz Company uma das maiores empresas do semento de beleza e higiene, com mais de 20 anos de atuação no mercado nacional. As marcas Belliz, Ricca, Vertix Professional, Kess e Enox representam a Companhia no mercado e seus produtos estão disponíveis em todo país. Hoje, o carro chefe da empresa é a categoria de escovas e pentes que detém pouco mais de 25% do faturamento.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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