TCP recebe cargas para fábrica de cimentos na Bolívia

16/12/2015

A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá recebeu, na última semana, as primeiras peças importadas por uma empresa brasileira para a construção de uma fábrica de cimentos na Bolívia. Operada pela equipe de carga projeto da subsidiária logística TCP Log, as peças têm origem na Europa e seguem por rodovia até o destino final.

O diferencial da operação é o regime aduaneiro adotado. “Conseguimos oferecer para o cliente um produto que contempla todas as fases de importação pelo Brasil, com um regime especial onde a carga passa pelo país em trânsito aduaneiro, mas não é tributada aqui”, explica Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP.

A capacidade operacional do Terminal é outra vantagem para o cliente. “As peças estão chegando ao Brasil a bordo de navios supercargueiros RoRo, exigindo que o Terminal esteja capacitado para recebê-los. Com um cais de 879 metros, a TCP recebe escalas regulares deste navio”, enfatiza.

O desembaraço rápido da carga e a experiência da equipe de cargas projetos da TCP Log também foram determinantes para que a fábrica escolhesse Paranaguá como canal para importação das peças para sua fábrica. “As cargas que chegam a Paranaguá são desembaraçadas em um prazo de dois dias, ficando aptas a seguirem viagem. O tempo que elas ficam em trânsito influência muito no gasto total do cliente. Oferecer uma operação portuária rápida dá a ele mais segurança e torna o Terminal muito mais atraente”, explica.

Essa é primeira vez que o Terminal recebe cargas destinadas para a expansão de empresas brasileiras em outros países. Outras cargas importadas para a fábrica na Bolívia devem chegar ao Terminal até fevereiro de 2016.

“Nós temos uma equipe dedicada 100% para a movimentação de cargas especiais, o que garante para os importadores a qualidade do serviço. Isso influência no custo total da operação do cliente e mostra que estamos prontos para oferecer alternativas para projetos também em território estrangeiro”, finaliza Moraes e Silva.

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