Segurança e eficiência: a chave para o sucesso na gestão de centros logísticos

Um estudo da Occupational Safety and Health Administration (OSHA) destaca que a organização eficiente de ambientes logísticos, com a separação clara entre áreas de armazenagem e zonas de carga e descarga, é fundamental para a prevenção de acidentes. A divisão adequada dos espaços não só otimiza o fluxo de trabalho, mas também facilita a criação de “zonas de segurança”, minimizando riscos e protegendo os trabalhadores.

Diante deste contexto, Giordania Tavares, CEO da Rayflex, referência nacional na fabricação de portas rápidas para a indústria no Brasil e América Latina, ressalta que essa separação no setor logístico desempenha um papel essencial na segurança operacional. “Investir em equipamentos de alta qualidade, projetados para detectar a presença de pessoas e objetos, evita colisões e esmagamentos. Dessa forma, as normas de segurança e saúde no trabalho são cumpridas, evitando penalidades e garantindo um ambiente seguro e regulamentado para todos”, aconselha.

Um centro logístico tem a função de armazenar, controlar e gerenciar produtos e materiais de maneira eficiente até o momento da expedição. Segundo a executiva, a prática de dividir as áreas traz ganhos significativos em eficiência, pois a divisão adequada dos espaços internos e externos melhora o fluxo de trabalho, permitindo operações de carga e descarga sem interrupções. Isso, por sua vez, reduz o tempo de espera e aumenta a produtividade dos colaboradores.

Para além da estocagem, espaços logísticos demandam muita movimentação dentro e fora dos centros logísticos. Um estudo da JDA Software de 2019, aponta que a adoção de sistemas de controle de estoque mais precisos e a divisão bem definida das áreas internas e externas de galpões logísticos têm levado a uma redução de 25% nas perdas por deterioração de produtos perecíveis e outros itens sensíveis, como eletrônicos e medicamentos.

“A separação impede a entrada de poeira, insetos e outros contaminantes, o que é imprescindível em ambientes que lidam com alimentos e medicamentos, por exemplo. Com a parte interna devidamente isolada, é possível também manter temperaturas constantes, um fator essencial para itens que exigem refrigeração”, explica. 

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