Chocolates já movimentam setor logístico e pescados seguem em movimento intenso

11/01/2017

Terceiro maior produtor mundial de chocolates, o Brasil já se prepara para o período de Páscoa. Seja pela exportação do cacau e do produto já beneficiado ou pela importação de insumos e tecnologia, o segmento colabora com setor logístico. Dados do Ministério da Agricultura apontam que as vendas do chocolate brasileiro chegam a todos os continentes do mundo, com exportações para mais de 100 países.

“É intensa a exportação de chocolates finos, principalmente para os Estados Unidos e Europa. Também é grande a movimentação dentro do Brasil para levar o produto até o público”, conta o diretor da DC Logistics Brasil, Guilherme Mafra, que salienta trabalhar com transporte aéreo, marítimo e rodoviário para atender a toda essa demanda.

O setor de pescados também registra intenso o movimento do segmento logístico, principalmente nesta época do ano. Jailson Souza, Sales Manager da companhia conta que apesar do elevado potencial pesqueiro do Brasil, 60% dos peixes que os brasileiros consomem são importados de outros países da América do Sul, Ásia e Europa.

“As importações se intensificam, visando a Páscoa, momento em que o pescado está muito presente nas refeições dos brasileiros. Os principais peixes importados são o salmão, do Chile; a polaca, pescada no Oceano Pacífico e processada na China; o peixe-panga, do Sudeste Asiático; e o bacalhau, pescado no Atlântico Norte”, revela Souza.

Realizado através de containers e caminhões refrigerados, depois do transporte, os produtos são distribuídos para diversas regiões do país. “É um processo minucioso e delicado já que estamos trabalhando com alimento perecível. Toda a nossa equipe fica atenta a cada detalhe no armazenamento adequado da carga para preservar a qualidade e garantir a segurança até o consumo do produto”, ressalta Jailson. O transporte dos peixes vindos da Ásia leva em torno de 30 a 40 dias, já os vindos da Europa podem chegar em 20 dias. A carga é trazida em um contêiner reefer com temperatura controlada e há a possibilidade de embarque do peixe in natura ou já processado.

Fonte: Guia Marítimo

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