Nos últimos anos, a automação tem se consolidado como um pilar fundamental na transformação da logística de alimentos, proporcionando eficiência operacional, redução de custos e aprimorando a experiência do consumidor. Tendências indicam que em 2025 a integração de tecnologias será uma das coisas mais predominantes nas cadeias de suprimentos, criando ecossistemas integrados e automatizados.
Isso porque a implementação de sistemas automatizados permite o monitoramento em tempo real de operações, otimizando etapas da cadeia de suprimentos e garantindo maior precisão na gestão de estoques e na distribuição de produtos. Empresas que adotam essas tecnologias observam melhorias significativas na eficiência e na redução de custos operacionais.

No Brasil, a Daki, aplicativo de mercado online e referência em entregas ultrarrápidas, exemplifica a aplicação bem-sucedida da automação na logística de alimentos. Operando por meio de dark stores — centros de distribuição organizados como mercados com raio de atendimento reduzido — a empresa consegue realizar entregas em domicílio em até 15 minutos. Esse modelo operacional, aliado à reposição diária de produtos e ao uso de tecnologias avançadas, permite à companhia manter um alto nível de eficiência e satisfação do cliente.
“A implementação de soluções automatizadas em nossa operação logística não só otimiza nossos processos, mas também melhora a precisão e a velocidade das entregas. Com tecnologia de ponta, conseguimos antecipar as necessidades dos consumidores, reduzir os tempos de espera e garantir que nossos produtos cheguem frescos e no menor tempo possível”, declara Rafael Pinto, Diretor de Fullfilment da Daki.
A tendência de automação na logística de alimentos reflete a crescente demanda por eficiência, rapidez e precisão no setor. Empresas que investem em tecnologias avançadas e na automação de processos estão melhor posicionadas para atender às expectativas dos consumidores e se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.