A BBM Logística iniciou a estruturação de uma frente dedicada à sustentabilidade e à construção de soluções logísticas com menor emissão de carbono. Como parte dessa estratégia, a companhia aderiu ao The Climate Pledge, criou um comitê interno voltado à agenda ambiental e ampliou os testes com veículos elétricos em operações urbanas e de distribuição.
A empresa passou a integrar o grupo de signatárias do The Climate Pledge, compromisso global cofundado pela Amazon e pela Global Optimism. Atualmente, a iniciativa reúne mais de 650 empresas em 49 países que assumiram a meta de neutralizar as emissões de carbono até 2040, antecipando em dez anos o prazo estabelecido pelo Acordo de Paris.

Entre os compromissos assumidos pelos participantes estão a medição e divulgação periódica das emissões de gases de efeito estufa, além da implementação de estratégias de descarbonização e compensação das emissões residuais.
Segundo a companhia, a adesão representa uma nova etapa de sua estratégia corporativa, alinhada às mudanças do setor logístico e às exigências crescentes de grandes embarcadores e operações ligadas ao comércio eletrônico.
Internamente, a BBM Logística também criou um comitê voltado à consolidação de diretrizes relacionadas à sustentabilidade e à redução de emissões em suas operações. A proposta é integrar diferentes áreas da empresa no desenvolvimento gradual de soluções logísticas mais eficientes.
“Queremos deixar de atuar apenas de forma reativa e passar a levar ao mercado soluções sustentáveis estruturadas. É um movimento importante para posicionar a BBM como um operador logístico preparado para as novas demandas do setor”, afirma Luís Felipe Günther Bastos, diretor corporativo de operações da BBM Logística.
Frota elétrica avança em operações urbanas
Na prática, a companhia vem ampliando os testes de eletrificação da frota. Recentemente, adquiriu seu oitavo veículo elétrico, entre vans, caminhões leves e um triciclo, utilizados principalmente em operações urbanas e entregas de distribuição.
De acordo com Bastos, os testes têm papel estratégico na construção de conhecimento operacional e na análise da viabilidade técnica e econômica dos modelos em diferentes perfis de operação logística.
“A viabilidade de operações com veículos elétricos ainda exige construção colaborativa com os clientes, independentemente do setor, seja indústria, varejo ou marketplaces. O custo de aquisição ainda é mais elevado e a infraestrutura no Brasil segue limitada, mas é um caminho sem volta e que precisa ser desenvolvido”, destaca.
Com atuação nacional e presença em diferentes segmentos da logística, a empresa busca integrar a sustentabilidade ao desenvolvimento de soluções mais customizadas para os clientes, especialmente em operações urbanas, consideradas mais aderentes ao processo de eletrificação.
“Estamos no início dessa jornada, testando modelos e construindo soluções. A sustentabilidade já faz parte da estratégia de geração de valor da companhia”, conclui Bastos.








