Cobli apresenta solução de videotelemetria para a FENATRAN

07/11/2022

A Cobli, FleetTech que descomplica e potencializa a gestão de frota, faz sua estreia na FENATRAN, maior feira de transporte rodoviário de cargas e logística da América Latina, que acontece entre os dias 7 e 11 de novembro no São Paulo Expo. Com uma experiência única e interativa, a empresa estará entre os expositores promovendo sua solução de videotelemetria, a Cobli Cam.

A tecnologia é composta por câmeras que contam com inteligência artificial instaladas na cabine dos veículos. Os aparelhos mostram tanto a visão da via quanto a do interior e, assim, ajudam a evitar acidentes, infrações e diminuir o impacto deles nos custos da frota. “A direção imprudente é um risco para toda a sociedade. Tecnologias, como a câmera veicular, evoluíram e estão cada vez mais inteligentes e acessíveis para uma condução mais focada e cuidadosa”, explica Omar Jarouche, CMO da Cobli.
Para conhecer como a videotelemetria acontece na prática, o visitante poderá participar de uma experiência e ver como funciona a identificação automática de situações de risco, como a distração ao volante, de que forma é feito o envio da captura de imagens para a plataforma da Cobli e como são os alertas sonoros emitidos na cabine do veículo.

No espaço também será possível conhecer as soluções criadas a partir da sinergia de tecnologias de ponta como Internet das Coisas (IoT), ciências de dados e inteligência artificial para diversos segmentos como o de logística e transporte. “Teremos um time de especialistas para mostrar como nossa plataforma de inteligência pode ajudar as empresas a terem visibilidade em tempo real da frota. Com atualizações a cada cinco segundos, possibilitamos o recebimento de informações detalhadas sobre os veículos, otimizando jornadas de trabalho, melhorando performances da equipe e reduzindo custos da operação”, complementa Omar.

Serviço

Evento: FENATRAN

Dias: 7,8, 9, 10 e 11 de novembro

Horários: 07, das 17h às 21h, e 08 a 11, das 12h às 21h.
Endereço: São Paulo Expo | Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Água Funda, São Paulo – SP
Localização da Cobli: stand F216

Credenciamento: link

Sobre a Cobli A Cobli é a FleetTech que descomplica e potencializa a gestão de frota. Fundada em 2017 por Parker Treacy e Rodrigo Mourad, a empresa vem crescendo mais de 100% ano após ano. Contando com um time de mais de 400 pessoas e investimento liderado pelo Softbank de R$ 250 milhões, a Cobli está presente em todos os estados do Brasil, em milhares de clientes e atende diversos segmentos – como telecom, transportes, energia, e-commerce e construção civil. Por meio de tecnologias de ponta em IoT, Inteligência Artificial, Big Data e Videotelemetria, suas soluções ajudam a reduzir custos, potencializar a produtividade, cuidar da condução segura do motorista, da conformidade operacional e melhorar a experiência do cliente final. Saiba mais aqui.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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