Nova estação da Delta Cargo, Pharma 4, é inaugurada no Rio de Janeiro

17/06/2016

O Rio de Janeiro apresenta a nova estação Variation Pharma 4, a partir do dia 13 de junho, a mais recente iniciativa do compromisso da companhia aérea em aprimorar sua oferta de produtos e melhor atender às necessidades de envio de remessas dos clientes.

“Expandir nossas estações Pharma 4 ao incluir o Rio de Janeiro promove nosso comprometimento à globalização e é uma resposta direta ao feedback dos clientes”, disse Gareth Joyce, presidente da Delta Cargo. “A Delta Cargo tem 49 estações por todo o mundo certificadas para manusear um ou mais produtos Variation Pharma, sendo 16 deles certificados para Pharma 4. Nossa ampla rede conectará o Brasil ao mundo. ”

Anteriormente certificada somente para manusear produtos Pharma de 1 a 3, a estação do Rio de Janeiro é a primeira na América Latina a possuir a certificação Pharma 4. A Variation Pharma é uma especialidade do SkyTeam Cargo projetada especificamente para transportar produtos que necessitam de controle de temperatura e monitoramento. Frequentemente estes produtos incluem, mas não estão limitados a, vacinas e medicamentos e produtos farmacêuticos. A Variation Pharma 4 necessita especificamente que as temperaturas sejam mantidas entre 15 e 25 graus Celsius.

Um escritório especializado em Pharma na Central de Atendimento ao Cliente em Minneapolis monitora estas cargas durante toda a viagem mediante pedido do cliente.

Miriam Altmann-Barry, gerente-geral de Operações Comerciais de Cargo, explica, “com um alcance global, nosso escritório Pharma trabalha em conjunto com todas as nossas estações de carga para promover um bom funcionamento da operação. Agentes especializados em Pharma da Delta Cargo estão receptivos a esta nova oportunidade de oferecer suporte aos negócios de nossos clientes Pharma 4 no Rio de Janeiro. Os agentes especializados em Pharma oferecem reservas e suporte sete dias por semana, assim como monitoramento online 24 horas por dia, sete dias por semana. ”

A Delta Cargo está focada em criar uma rede Pharma com instalações dedicadas e equipes treinadas especificamente para manusear produtos Pharma. A Delta implementou um sólido programa de treinamento para assegurar que todos envolvidos no processo possuam as qualificações necessárias.

Com a expansão deste produto, a Delta Cargo está oferecendo aos clientes uma maneira mais confiável de transportar remessas extremamente sensíveis com a Delta Air Lines, companhia aérea global dos Estados Unidos número um em chegadas pontuais e com o menor número de cancelamentos. A rede completa da Pharma está disponível por meio do link deltacargo.com/pharma.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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