Rastreador tem vida útil e se não souber escolher direito, pode custar caro

18/04/2016

*Guilherme Luz

O mercado de rastreamento cresce exponencialmente no Brasil de forma que 6% da frota nacional já é rastreada. A economia brasileira até 2014 foi muito favorável para proprietários de veículos, que sem sombra de dúvidas optaram por um seguro para o seu automóvel.

A partir de 2015, com a queda na renda, principalmente da classe C, muitos proprietários de veículos que optavam por seguro, migraram para soluções mais baratas e que pudessem oferecer alguma garantia de segurança para seu veículo. Com esta mudança, houve um aquecimento no mercado de rastreamento, principalmente para pessoa física.

Os índices de roubos de veículos e cargas também vêem crescendo ano após ano e isso só fortalece a necessidade de rastreamento. Quando olhamos pelo ponto de vista das empresas de rastreamento, existem alguns fatores que influenciam diretamente no resultado operacional, entre eles, hardware e mão de obra técnica.

O equipamento que é instalado no veículo do cliente, pode tornar-se um grande vilão para as empresas de rastreamento, por dois motivos: equipamentos de má qualidade possuem um ciclo de vida mais curto, gerando custo operacionais para remoção e reinstalação, fora a dor de cabeça para o cliente que precisa parar o veículo para esta assistência. Existe também, inúmeros casos de equipamentos que, por falha na parametrização ou alguma falha no firmware, passaram a consumir uma quantia absurda de conectividade (Dados M2M).

Conseqüentemente, isso gera uma despesa adicional com conectividade muito expressiva para as empresas de rastreamento. Considerando que 60% do mercado de rastreamento pertence a um grupo de 5 empresas, onde, estas possuem equipes dedicadas e com alto conhecimento em tecnologia e engenharia, o risco de identificar falhas ainda é mais expressivo.

Neste caso, estas empresas, por terem um alto volume de linhas M2M (comunicação máquina a máquina) e uma grande rotatividade de clientes, torna-se um grande desafio gerenciar todas estas mudanças. Muitas vezes é possível identificar empresas com mais de 10 mil linhas paradas e pagando por este custo mensal, sendo que, poderiam ser canceladas ou designadas a outros clientes, porém, devido à alta complexidade na gestão, perde-se o controle e torna inviável identificar onde estão estas linhas.

Lembrando que existe uma outra fatia de 40% do mercado de rastreamento, representado basicamente por pequenas e médias empresas, que brigam diariamente por um espaço no mercado, trazendo ofertas agressivas e soluções mais flexíveis. Por um outro lado, precisam reduzir seus custos para terem condições de manter a operação em pé e é aqui onde pecam, adquirindo equipamentos de baixa qualidade, por mera questão de preço, deixando de levar em consideração o ciclo de vida e qualidade do equipamento.

As conseqüências são os altos custos operacionais que muitas vezes são invisíveis na administração. Foi diante destes cenários que algumas empresas buscaram especializar-se neste setor. Entre elas a  Wyless TM Data, que desenvolveu uma plataforma para gerenciar linhas M2M de forma prática e eficiente, acompanhando o consumo de dados em tempo real, é possível identificar equipamentos que estejam consumindo fora do padrão esperado e já tomar ações necessárias para evitar consumos fora do estabelecido.

Além da plataforma, essas soluções buscam disponibilizar ao mercado um serviço diferenciado, ofertando equipamentos de alta qualidade com preços extremamente competitivos e suporte técnico para parametrização do equipamento de acordo com a necessidade de cada empresa de rastreamento. Desta forma, as organizações podem focar no desenvolvimento do seu negócio sem ter que dedicar inúmeros recursos em TI e engenharia para executarem as configurações necessárias.

Neste mercado extremamente competitivo, quanto mais as empresas dedicam seus esforços para realmente otimizar a eficiência da sua operação, mais rentáveis eles podem ser e conseqüentemente, maiores as chances de crescimento.

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