A Cargolift anunciou a ampliação da sua frota sustentável para 2025 e uma parceria estratégica com a NDD Green Carbon para compensar as emissões de carbono geradas na produção dos caminhões adquiridos neste ano.
Por meio dessa iniciativa, a empresa pretende que 10% da sua frota própria seja composta por veículos ecológicos até o fim de 2025, com a expectativa de aumento desse percentual nos anos seguintes. A frota atual é 100% Euro5 e Euro6, e agora passa a incluir os primeiros veículos totalmente movidos a gás natural veicular (GNV), após dois anos de testes com caminhões híbridos a GNV e diesel.
A Cargolift investiu R$ 7,3 milhões em 20 novos equipamentos, entre tração, semirreboques e carretas do tipo “double deck”, integrando a frota sustentável. Esse investimento reforça a estratégia da empresa em alinhar inovação, eficiência operacional e sustentabilidade.

Compensação de carbono e responsabilidade ambiental
A parceria com a NDD Green Carbon, greentech brasileira criada pela NDD, viabiliza a compensação das emissões que não forem neutralizadas pelas montadoras durante a produção dos caminhões. Para neutralizar as cerca de 21 toneladas de CO₂ emitidas na fabricação de cada veículo, a Cargolift vai plantar 35 árvores por caminhão em fazendas próprias da NDD na Serra Catarinense, onde a vegetação é preservada durante todo o ciclo de vida das espécies.
Segundo Markenson Marques, fundador e CEO da Cargolift, “Sempre acreditamos que a sustentabilidade deve andar lado a lado à inovação e à busca pela eficiência operacional. Agora, em parceria com a Green Carbon, buscamos ir além, reafirmando o nosso compromisso com a sustentabilidade e atuando de maneira ainda mais enfática na preservação ambiental.”
Cada árvore plantada tem uma vida útil de 20 anos e absorve até 600 kg de CO₂, contribuindo para a redução do impacto ambiental das operações de transporte da empresa.
Compromisso com a sustentabilidade no transporte
Marques destaca que o objetivo vai além da redução do impacto ambiental da própria empresa: “Queremos não apenas reduzir o impacto ambiental das nossas operações, mas também inspirar todo o setor logístico a adotar práticas mais responsáveis e sustentáveis.”






