Alinhar o plano de recuperação de desastres com o de continuidade nos negócios é mais inteligente

08/09/2014

Empresas usam a TI (Tecnologia da Informação) para rápida e efetivamente processar “informação”. Usam também a EDI (Electronic Data Interchange) para enviar documentos e ordens de pagamento a parceiros comerciais em outros países.  Funcionários usam e-mail e voz sobre IP para se comunicar. Servidores processam informações e armazenam grandes volumes de dados. Computadores, notebooks e telefones celulares de última geração também são usados para criar processos, gerenciar e transmitir informações. O que fazer, então, quando a TI para de funcionar?

Um bom plano de recuperação de desastres em TI deve ser desenvolvido em conjunto com o plano de continuidade nos negócios. Os objetivos em termos de tempo de recuperação da informação e prioridades devem ser dimensionados ainda na fase de análise do impacto nos negócios. Sendo assim, a estratégia da tecnologia empregada na recuperação deve prever a restauração do hardware, aplicativos e dados no tempo ideal do ponto de vista da recuperação do negócio.

Observadas as devidas proporções, tanto uma empresa grande, quanto uma de pequeno porte, gera e gerencia grande volume de dados – sendo que muitos deles são estratégicos e até mesmo vitais para a sobrevivência da marca. O impacto causado pela perda dessas informações que “valem ouro”, seja por um problema técnico em algum equipamento, seja por erro humano, ou ainda por conta de ações mal intencionadas de hackers, pode se transformar numa grande catástrofe. Por isso, é essencial contar com um plano de armazenamento e recuperação de dados. Isso inclui redes, servidores, desktops, notebooks, telefones celulares e quaisquer outros gadgets usados pelas pessoas para se comunicar profissionalmente.

Determinados aplicativos, entretanto, simplesmente não toleram interrupções. Por isso, algumas empresas contam com dois data centers ou mais para se manter o tempo todo no ar. O que vem acenando como melhor solução, nesses casos, é a “nuvem contínua” – ou nuvem real, como alguns a conhecem. O principal objetivo é proporcionar acesso rápido, ininterrupto e livre de complexidades ao data center. Dessa forma, a empresa pode redefinir suas metas e desenhar com mais propriedade um plano de expansão. A nuvem contínua acena com avanços que possibilitam que as aplicações da empresa estejam ativas em múltiplos sites, prontas para serem liberadas automaticamente sempre que forem solicitadas. Trata-se de um ganho sem precedentes em termos de competitividade, reduzindo para minutos o que antes levaria dias ou semanas para ser concluído. 

Adriano Filadoro – Diretor comercial e de marketing da Online Data Cloud, empresa de serviços e negócios com mais de 20 anos de atuação na indústria de Tecnologia da Informação
www.onlinedc.com.br
 

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